Tickets, filas, SLA e portal do solicitante, sobre os objetos nativos do monday Service. A turma monta uma estrutura de atendimento ao vivo e sai operando ponta a ponta — da triagem à melhoria contínua.
Para qualquer área que hoje recebe pedido por mensagem solta.
Atendimento não é departamento: é qualquer área que recebe pedido e precisa responder com prazo. Por isso a turma mistura quem abre, quem faz a triagem e quem resolve.
Da estrutura de atendimento montada ao vivo à melhoria contínua. Cada sessão constrói sobre a anterior, no processo que a turma já mapeou.
Apresentar os objetos centrais do monday Service e navegar em uma estrutura de atendimento montada ao vivo.
Operar o atendimento ponta a ponta, com SLAs monitorados e automações funcionando.
Dar ao gestor visão e melhoria contínua do atendimento.
O monday Service cobre com folga o essencial de um ITSM — tickets, filas, SLA, portal do solicitante, triagem e automações. CMDB e change management ITIL completo ficam fora do produto, e dizemos isso na primeira sessão.
Construir o processo de atendimento da empresa dentro do ambiente dela é consultoria, contratada à parte. A turma sai sabendo exatamente o que pedir.
Se a área que atende é o público, é esta. Se a empresa inteira vai operar a plataforma, é o AI Work Platform. Muitas empresas combinam os dois.
Ainda escolhendo? Veja todas as versões lado a lado ou entenda como funcionam os treinamentos da Audatia.
Cobre com folga o essencial de um ITSM: tickets, filas, SLA, portal do solicitante, triagem e automações. CMDB e change management ITIL completo ficam fora do produto — e dizemos isso na primeira sessão. Se a sua operação depende desses dois, o monday Service não é o encaixe, e é melhor saber antes de contratar.
Os dois. A estrutura montada ao vivo cobre canais de entrada para solicitante interno — TI, RH, facilities, compras — e para cliente externo, no suporte. A lógica de ticket, fila e SLA é a mesma; o que muda é quem abre e o que se promete de prazo.
Não. A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia, então não é preciso ter o produto contratado nem liberar acesso ao workspace da empresa. Se vocês já usam, melhor: a turma reconhece a própria fila nos exemplos.
Serve para qualquer área que hoje recebe pedido por mensagem solta. TI é o caso mais comum, mas RH, facilities, compras e suporte a clientes usam exatamente a mesma lógica de ticket, fila e SLA — e a turma costuma ser mista por isso.
Porque o curso ensina a operar o atendimento dentro do monday Service, não a desenhá-lo. Com o processo mapeado — quem recebe, quem faz a triagem, quais categorias, quais prazos — a turma monta a estrutura ao vivo e sai operando. Sem isso, o tempo da aula vai para decidir o processo, e desenhar o processo é consultoria.
As faixas de contratação são Individual, 2 a 5, 6 a 10 e 11 a 15 pessoas. Acima de 15, dividimos em turmas. A turma é sempre exclusiva — só gente da sua empresa na sala — e cada vaga é nominal, definida na sessão de alinhamento.
Uma conversa curta, sem custo, para entender quem vai participar e o que a equipe precisa dominar. Dela sai a recomendação de versão, o formato e a proposta — em real, com contrato e nota fiscal brasileira.
Parceira oficial ClickUp e monday.com no Brasil. ClickUp e monday.com são marcas registradas de seus respectivos titulares.
Diga quem vai participar — devolvemos versão, formato e proposta.
Áreas de atendimento raramente sofrem por falta de esforço. Sofrem por falta de fila. Quando a demanda chega por vários canais ao mesmo tempo — mensagem direta, email, ligação, conversa de corredor —, ninguém consegue enxergar quanto trabalho existe de fato, e a prioridade acaba sendo definida por quem insiste mais, e não por quem tem o caso mais urgente.
O primeiro efeito é sobre as pessoas: a equipe trabalha o dia inteiro com a sensação de estar sempre atrasada, porque não existe um ponto em que se possa dizer que o dia terminou. O segundo é sobre a gestão: sem registro, é impossível saber se o problema é volume, é falta de gente ou é a mesma dúvida chegando cem vezes.
Estruturar o atendimento no monday Service resolve isso na origem — uma entrada única, com classificação no momento em que o pedido chega. Mas a estrutura só funciona se as decisões de configuração forem tomadas por quem entende o processo de atendimento, e é essa competência que o curso desenvolve.
"Estamos afogados" descreve duas situações distintas, que pedem soluções opostas. Diagnosticar errado leva a contratar gente quando o necessário era organizar, ou a automatizar quando o necessário era reforçar a equipe.
Se a demanda é genuinamente alta e variada, o ganho vem de reduzir o custo de cada atendimento. Isso começa pela captura estruturada: um formulário de entrada que já traz a informação necessária evita a rodada de perguntas que costuma consumir mais tempo do que a própria solução.
Em seguida vem a distribuição. Fila sem regra de atribuição gera dois problemas simultâneos — casos que ninguém assume e casos que duas pessoas atendem. Definir quem recebe o quê, por critério e não por disponibilidade percebida, é o que estabiliza o ritmo da equipe.
Por fim, a automação das etapas previsíveis: confirmação de recebimento, mudança de estado, aviso de conclusão, retomada de caso parado. São interações que não exigem julgamento e que, somadas, consomem uma parcela relevante do dia de quem atende.
Se a mesma pergunta chega dezenas de vezes por mês, o volume é apenas o sintoma. Nesse caso, atender mais rápido apenas administra o problema — resolvê-lo exige tratar a origem.
A primeira medida é classificar bem. Sem uma categorização consistente, a recorrência fica invisível: cada chamado parece um caso isolado, e ninguém percebe que trinta deles são a mesma coisa. Com classificação, a lista de causas aparece sozinha, e quase sempre é curta.
A segunda é converter resposta em conhecimento reutilizável. O que se explica repetidamente pode virar material consultável, tanto para quem atende quanto para quem pergunta. Bem-feito, isso reduz a fila sem reduzir a qualidade — e libera a equipe para os casos que realmente exigem análise.
Triagem e prazo são os dois mecanismos que transformam uma fila em operação gerenciável. Ambos são configuração, e ambos costumam ser deixados para depois — o que é exatamente por que tantas implantações de atendimento não pegam.
Uma boa triagem responde em segundos, com poucos critérios, e não depende do julgamento individual de quem recebeu o chamado.
Quando essas quatro decisões acontecem na entrada, o resto da operação flui: a fila passa a refletir a realidade e a equipe deixa de gastar as primeiras horas do dia entendendo o que chegou.
Prazo acordado só funciona quando todos os lados entendem a mesma coisa por ele — inclusive quem pediu.
Com essas regras registradas na própria ferramenta, o indicador de prazo deixa de ser uma cobrança sobre a equipe e passa a ser um instrumento de gestão: mostra onde falta capacidade, onde falta informação de entrada e onde o processo tem uma etapa a mais do que precisaria.
As sessões são ao vivo e partem do processo de atendimento que a própria turma traz, conduzidas por quem estrutura operações de serviço nessas plataformas. A grade percorre a entrada de chamados, a triagem, os acordos de prazo e a leitura de gestão — sempre com a configuração sendo feita sobre casos reais, porque triagem desenhada sobre exemplo genérico não sobrevive à primeira semana de uso.
O compromisso é de meio: a turma sai sabendo operar e configurar o atendimento na plataforma. A melhoria dos indicadores depende de disciplina de uso e de decisões de gestão que nenhuma capacitação controla — e é por isso que o curso prioriza autonomia, para que a equipe ajuste categorias, regras e prazos por conta própria conforme a operação evoluir.