O ciclo ágil inteiro — backlog, sprint, bug, release e roadmap — sobre o workspace nativo do monday dev, com o Git conectado ao board.
Mostra como o monday dev roda o ágil que a equipe já pratica.
Público cético por natureza — e com razão. Por isso o curso fala de sprint, backlog, release e Git, não de gestão de projetos.
Do nivelamento ágil ao Git no board. Cada sessão constrói sobre a anterior, num sprint que a turma roda de ponta a ponta.
Nivelar a maturidade ágil da turma e dar domínio dos objetos centrais do monday dev.
Rodar um sprint completo, do planejamento à retrospectiva.
Conectar o ciclo de sprint ao produto e ao código.
O curso não ensina metodologia ágil — ensina a rodar no monday dev o ágil que o time já pratica. Configurar o processo da empresa dentro do ambiente dela é consultoria, contratada à parte.
A turma sai sabendo exatamente o que pedir.
Se produto e engenharia são o público, é esta. Se a empresa inteira vai operar a plataforma, é o AI Work Platform. Muitas empresas combinam os dois.
Ainda escolhendo? Veja todas as versões lado a lado ou entenda como funcionam os treinamentos da Audatia.
A ferramenta. O curso parte do ágil que o time já pratica — Scrum, Kanban ou o híbrido de vocês — e mostra como o monday dev roda esse ciclo: backlog, sprint, bug, release e roadmap. A primeira sessão nivela a maturidade ágil da turma para que todo mundo fale a mesma língua, mas metodologia não é o objeto do curso.
Pela integração nativa do monday dev com GitHub e GitLab: branches, pull requests e commits aparecem vinculados ao item do board, e o status pode avançar a partir do que acontece no repositório. Na terceira sessão a conexão é montada ao vivo, do lado do board e do lado do código.
Sim. O monday dev suporta fluxo contínuo e sprint, e a grade cobre os dois: a segunda sessão roda um ciclo completo, mas o board de Kanban e os limites de trabalho em andamento entram na mesma sessão. O que a turma pratica é o fluxo que ela já usa.
Não. A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia — não é preciso ter o produto contratado nem liberar acesso ao workspace ou ao repositório da empresa. Se vocês já usam, a turma reconhece o próprio backlog nos exemplos.
A primeira sessão é nivelamento, e é curta por isso. A segunda e a terceira são onde o sênior ganha: automações que tiram trabalho manual do time, o Git conectado ao board, dashboards de sprint e roadmap ligados ao código. O curso ensina a ferramenta, não o ofício — e é assim que respeita quem já domina o ofício.
As faixas de contratação são Individual, 2 a 5, 6 a 10 e 11 a 15 pessoas. Acima de 15, dividimos em turmas. A turma é sempre exclusiva — só gente da sua empresa na sala — e cada vaga é nominal, definida na sessão de alinhamento.
Uma conversa curta, sem custo, para entender quem vai participar e o que a equipe precisa dominar. Dela sai a recomendação de versão, o formato e a proposta — em real, com contrato e nota fiscal brasileira.
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Diga quem vai participar — devolvemos versão, formato e proposta.
Equipes de desenvolvimento têm um histórico próprio com ferramentas de acompanhamento: quase todas já usaram alguma e quase todas a abandonaram. O motivo raramente é a ferramenta em si. É a distância entre o que ela exige de registro e o que devolve de utilidade para quem escreve código.
Quando o quadro serve apenas para a liderança acompanhar, ele vira imposto: alguém preenche no fim do dia, com atraso, e a informação já nasce desatualizada. Quando serve também a quem executa — mostrando o que está bloqueado, o que depende de quem e o que entra no próximo ciclo —, o registro passa a ser útil para o próprio time, e aí ele acontece sozinho.
Um curso de monday dev que cumpre o seu papel trata dessa configuração. Não se trata de ensinar uma metodologia ágil, que o time provavelmente já pratica de alguma forma, e sim de representar corretamente o processo real de engenharia na plataforma, com o mínimo de cerimônia possível.
O desenho muda bastante conforme o time construa um produto próprio ou entregue para clientes externos. Aplicar a estrutura de um ao outro é uma das causas mais comuns de rejeição.
Aqui a decisão central é de priorização contínua: existe mais coisa desejável do que capacidade, e o trabalho da gestão é escolher constantemente. O quadro precisa sustentar essa conversa, ligando o que está sendo construído agora ao que foi planejado para os próximos ciclos.
A relação entre o item de desenvolvimento e a origem dele importa muito. Uma demanda que veio de suporte, de vendas ou da estratégia do produto tem pesos diferentes na priorização, e essa procedência costuma se perder quando o item é criado direto no quadro sem contexto.
Há também a dívida acumulada. Times que só registram funcionalidade nova perdem a visão do que está sendo adiado — correções, melhorias internas, ajustes de infraestrutura. Tornar essa parcela visível é o que permite negociar capacidade com argumento, em vez de justificar lentidão depois.
Em operações que desenvolvem sob contrato, entra uma variável que não existe no produto próprio: o compromisso externo. Prazo acordado, escopo definido e aprovação do cliente passam a condicionar o ciclo, e o quadro precisa refletir isso sem virar duas ferramentas paralelas.
A questão mais sensível é o escopo que cresce no meio do caminho. Pedidos adicionais chegam por conversa e são absorvidos sem registro, até que o prazo escorrega e ninguém consegue demonstrar por quê. Registrar o acréscimo no momento em que ele acontece é o que sustenta a conversa comercial depois.
A espera por aprovação é o outro fator. Em times que entregam para fora, boa parte do tempo de ciclo é consumida aguardando validação do cliente — e enquanto isso não aparece no quadro, o atraso é atribuído inteiramente à engenharia.
Duas listas resolvem a maior parte da distância entre um quadro que o time consulta várias vezes por dia e um que só é aberto na reunião de acompanhamento.
São informações que servem primeiro a quem executa — e, justamente por isso, garantem que o registro se mantenha atualizado.
Um quadro com esses quatro elementos deixa de ser um relatório para a gestão e passa a ser a ferramenta de coordenação do próprio time, que é a única condição em que ele se mantém confiável.
Do lado da gestão, poucas medidas bem construídas valem mais do que um painel cheio de números que ninguém usa para decidir.
Essas três medidas mudam a conversa com o restante da empresa: a engenharia deixa de responder por percepção de velocidade e passa a discutir capacidade com evidência.
As sessões são ao vivo, com a configuração sendo feita sobre o processo de trabalho que a própria turma já pratica, conduzidas por quem estrutura operações de tecnologia nessas plataformas. A grade cobre os objetos centrais, o ciclo completo de sprint, o roadmap e a leitura de gestão — com foco em representar o processo existente, e não em impor uma cerimônia nova a um time que já tem a sua.
O compromisso é de meio: a turma sai sabendo operar e configurar o ambiente de desenvolvimento na plataforma. Ganho de velocidade e de previsibilidade depende de decisões de priorização e de disciplina interna que nenhuma capacitação controla — por isso o curso prioriza autonomia, para que o próprio time ajuste quadros, automações e painéis conforme o processo evoluir.