O funil de vendas ponta a ponta, sobre os objetos nativos do CRM: Leads, Contatos, Contas, Negócios e Atividades. A turma sai operando o comercial dentro do monday CRM — capturando, qualificando, gerindo por etapa e mantendo o follow-up em dia.
Não é a grade da plataforma geral adaptada para o comercial.
O CRM só funciona quando todo mundo que toca o funil opera a mesma base — por isso a turma é mista por definição, e não só de quem vende.
Do modelo mental do CRM à visão do gestor. Cada sessão constrói sobre a anterior, com exemplos montados no processo da própria turma.
Estabelecer o modelo mental do CRM: Leads, Contatos, Contas, Negócios e Atividades — e como se relacionam.
Capturar, qualificar, gerir por etapa, trabalhar com e-mail integrado e manter follow-up em dia.
Dar ao gestor visão e controle do comercial, do dashboard ao log de auditoria.
O curso cobre o CRM nativo do monday.com. Construir o processo comercial da empresa dentro do ambiente dela — etapas, campos, automações e regras do seu funil — é consultoria, contratada à parte.
A turma sai sabendo exatamente o que pedir.
Se o time comercial é o público, é esta. Se a empresa inteira vai operar a plataforma, é o AI Work Platform. Muitas empresas combinam os dois.
Ainda escolhendo? Veja todas as versões lado a lado ou entenda como funcionam os treinamentos da Audatia.
Sim. A turma é mista por definição — gestores, vendedores, SDRs, operação e backoffice, com maturidade digital variada — e a primeira sessão estabelece o modelo mental do CRM antes de qualquer operação. O único pré-requisito é conhecer o processo comercial da própria empresa.
Não. A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia, então não é preciso ter o produto contratado nem liberar acesso ao workspace da empresa. Se vocês já usam, melhor: a turma reconhece a própria rotina nos exemplos.
Este é construído sobre os objetos nativos do CRM — Leads, Contatos, Contas, Negócios e Atividades — e cobre o funil comercial ponta a ponta. O AI Work Platform cobre a plataforma inteira, para toda a empresa. Não é a grade geral adaptada para o comercial: são grades diferentes, e muitas empresas combinam as duas.
Os exemplos das sessões são montados com o processo da turma, e aceitamos personalização — mais horas em um bloco, dois produtos na mesma turma, calendário fora do padrão. O que não cabe no curso é construir o processo comercial dentro do ambiente da empresa: isso é consultoria, contratada à parte, e a turma sai sabendo exatamente o que pedir.
As faixas de contratação são Individual, 2 a 5, 6 a 10 e 11 a 15 pessoas. Acima de 15, dividimos em turmas. A turma é sempre exclusiva — só gente da sua empresa na sala — e cada vaga é nominal, definida na sessão de alinhamento.
Os dois, sempre ao vivo. No remoto, recomendamos ao menos um dia de intervalo entre as sessões; no presencial, os encontros são agrupados em dia inteiro. A cadência é combinada na sessão de alinhamento, que não consome a carga horária do programa.
Uma conversa curta, sem custo, para entender quem vai participar e o que a equipe precisa dominar. Dela sai a recomendação de versão, o formato e a proposta — em real, com contrato e nota fiscal brasileira.
Parceira oficial ClickUp e monday.com no Brasil. ClickUp e monday.com são marcas registradas de seus respectivos titulares.
Diga quem vai participar — devolvemos versão, formato e proposta.
Antes de comparar as versões lado a lado, vale identificar qual dos dois problemas a empresa realmente tem. Eles pedem conteúdos distintos, e confundi-los é a causa mais comum de uma capacitação bem executada produzir pouco efeito.
São situações em que o obstáculo é a base: as pessoas não compartilham o mesmo entendimento sobre como a plataforma funciona.
Nesse cenário, aprofundar em um produto específico resolve pouco. O que muda o jogo é a base comum, com todo mundo saindo da capacitação com o mesmo critério sobre onde e como registrar.
São situações em que a base já existe, mas a plataforma é usada muito abaixo do que a operação precisaria.
Aqui a versão específica da família faz diferença real, porque o conteúdo passa a tratar do processo daquela área — e a turma termina com a estrutura desenhada, não apenas compreendida.
Todas as versões seguem a mesma lógica: sessões ao vivo, conduzidas por quem implanta e sustenta operações reais nessas plataformas, com demonstração aplicada aos processos trazidos pela própria turma. O objetivo declarado não é percorrer a lista de recursos, e sim que cada participante saiba executar o próprio trabalho na ferramenta ao fim do encontro.
É por isso que a escolha da versão importa tanto quanto a decisão de capacitar. O quadro comparativo acima existe justamente para tornar essa escolha objetiva — e, quando a dúvida permanece, a recomendação de versão é feita a partir do processo que a empresa quer colocar de pé, e não a partir de um catálogo.
A maior parte das equipes comerciais já tem um funil — ele existe na cabeça de quem vende. As etapas estão claras para quem conduz a negociação, os próximos passos são combinados de memória e a previsão de fechamento nasce da percepção de quem está mais perto do cliente. O problema não é a ausência de processo: é ele não existir em lugar nenhum que outra pessoa possa consultar.
Trazer esse funil para dentro do monday CRM é menos uma questão de cadastrar oportunidades e mais de traduzir critério em estrutura. Quais etapas existem, o que caracteriza a passagem de uma para outra, que informação precisa estar registrada em cada momento e qual é o próximo passo esperado — são essas definições que fazem o funil deixar de ser uma lista de nomes e virar uma leitura confiável.
É por isso que um curso de monday CRM que se limita a apresentar telas produz pouco efeito. O que muda o resultado da equipe é sair da capacitação sabendo desenhar o próprio processo comercial na plataforma, e não apenas navegando por ela com desenvoltura.
Boa parte da frustração com ferramentas de CRM vem de tratar como uma coisa só dois processos que têm lógicas diferentes: conquistar o cliente e mantê-lo.
Na etapa de conquista, o valor está em enxergar movimento. Uma oportunidade parada não é neutra — é sinal de que algo travou, e quanto mais tarde isso for percebido, menor a chance de reverter. Enxergar tempo de permanência em cada etapa costuma revelar gargalos que ninguém supunha existir.
A previsão depende inteiramente de critérios objetivos de etapa. Quando "em negociação" significa coisas diferentes para duas pessoas da mesma equipe, a soma das oportunidades não representa nada e a discussão sobre meta vira uma disputa de opiniões. Definir critérios verificáveis é o passo que transforma o funil em instrumento de gestão.
Há ainda o seguimento, que é onde se perde a maior parte do negócio evitável. Sem uma data registrada para o próximo contato em cada oportunidade, o acompanhamento depende de alguém lembrar — e as oportunidades que o próprio cliente não cobra simplesmente desaparecem, sem que ninguém perceba a perda.
Fechado o negócio, muda o critério de sucesso. Não se trata mais de avançar etapas, e sim de manter o relacionamento com informação acessível a quem for atender — que raramente é a mesma pessoa que vendeu.
O que foi prometido durante a negociação precisa chegar íntegro a quem vai entregar. Condições combinadas, expectativas criadas e particularidades do cliente costumam ficar registradas apenas na memória do vendedor, e é nessa passagem que nasce a maior parte da insatisfação logo no início da relação.
A carteira também guarda a informação mais valiosa da operação comercial: o histórico completo de cada cliente. Recompra, ampliação de escopo e renovação são conversas muito diferentes quando quem conduz sabe exatamente o que já foi entregue, o que foi discutido antes e o que ficou pendente.