Parceira oficial monday.com Turma exclusiva · ao vivo · instrutor que implanta todo dia

Curso de monday dev

Carga6 horas
Sessões3 sessões de 2h
Pré-requisitoNoção do fluxo de desenvolvimento
FormatoOnline ou presencial

O ciclo ágil inteiro — backlog, sprint, bug, release e roadmap — sobre o workspace nativo do monday dev, com o Git conectado ao board.

Mostra como o monday dev roda o ágil que a equipe já pratica.

Para quem é

Para quem é

Público cético por natureza — e com razão. Por isso o curso fala de sprint, backlog, release e Git, não de gestão de projetos.

Equipes de produto e engenharia — POs e gestores de produto, líderes técnicos, devs e QA.
Turma de curso de monday dev conduzida pela Audatia
3 sessões de 2 horas

A grade

Do nivelamento ágil ao Git no board. Cada sessão constrói sobre a anterior, num sprint que a turma roda de ponta a ponta.

1Essencial

Objetos centrais e navegação

Nivelar a maturidade ágil da turma e dar domínio dos objetos centrais do monday dev.

2Operacional

Ciclo de sprint ponta a ponta

Rodar um sprint completo, do planejamento à retrospectiva.

3Avançado

Roadmap, Git, automações, dashboards e governança

Conectar o ciclo de sprint ao produto e ao código.

Escopo, com clareza

O que fica fora

O curso não ensina metodologia ágil — ensina a rodar no monday dev o ágil que o time já pratica. Configurar o processo da empresa dentro do ambiente dela é consultoria, contratada à parte.

A turma sai sabendo exatamente o que pedir.

Vale para todas as versões

O que a turma leva

Depois de cada encontro

  • Gravação de cada sessão, disponível sob solicitação — serve para revisão e para quem entrar na equipe depois
  • Certificado de conclusão para cada participante da lista confirmada
  • Suporte por 7 dias corridos após o último encontro, por WhatsApp ou e-mail, direto com o instrutor e restrito ao conteúdo ministrado
  • Quadro de dúvidas pendentes mantido durante o treinamento: pergunta que não coube no tempo da aula volta respondida na sessão seguinte

Como funciona

  • Sempre ao vivo, nunca gravado. Sessões de 2 horas cheias, conduzidas por instrutor que implanta a plataforma em operação real todo dia
  • A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia — não é preciso liberar acesso ao workspace da empresa
  • Turma exclusiva: só gente da empresa na sala. Faixas: Individual · 2 a 5 · 6 a 10 · 11 a 15. Acima de 15 pessoas, dividimos em turmas
  • A cadência é combinada na sessão de alinhamento, que não consome carga horária. No remoto, ao menos um dia de intervalo entre sessões; no presencial, encontros agrupados em dia inteiro

Escopo, com clareza

  • Treinamento, com o caminho da implantação desenhado. Construir os processos da empresa dentro do ambiente dela é consultoria, contratada à parte — e a turma sai sabendo exatamente o que pedir
  • Assento nominal: cada vaga pertence à pessoa nomeada na sessão de alinhamento
  • Prática guiada, sem prova. O certificado é emitido pela Audatia e comprova participação e conclusão — não é exame de proficiência do fabricante
  • Abertos a personalização: mais horas em um bloco específico, dois produtos na mesma turma, calendário fora do padrão
Antes de fechar

Perguntas frequentes

O curso ensina Scrum ou ensina a ferramenta?

A ferramenta. O curso parte do ágil que o time já pratica — Scrum, Kanban ou o híbrido de vocês — e mostra como o monday dev roda esse ciclo: backlog, sprint, bug, release e roadmap. A primeira sessão nivela a maturidade ágil da turma para que todo mundo fale a mesma língua, mas metodologia não é o objeto do curso.

Como o Git se conecta ao board?

Pela integração nativa do monday dev com GitHub e GitLab: branches, pull requests e commits aparecem vinculados ao item do board, e o status pode avançar a partir do que acontece no repositório. Na terceira sessão a conexão é montada ao vivo, do lado do board e do lado do código.

Serve para time que usa Kanban em vez de Scrum?

Sim. O monday dev suporta fluxo contínuo e sprint, e a grade cobre os dois: a segunda sessão roda um ciclo completo, mas o board de Kanban e os limites de trabalho em andamento entram na mesma sessão. O que a turma pratica é o fluxo que ela já usa.

Precisamos ter o monday dev contratado?

Não. A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia — não é preciso ter o produto contratado nem liberar acesso ao workspace ou ao repositório da empresa. Se vocês já usam, a turma reconhece o próprio backlog nos exemplos.

Dev sênior vai achar raso?

A primeira sessão é nivelamento, e é curta por isso. A segunda e a terceira são onde o sênior ganha: automações que tiram trabalho manual do time, o Git conectado ao board, dashboards de sprint e roadmap ligados ao código. O curso ensina a ferramenta, não o ofício — e é assim que respeita quem já domina o ofício.

Quantas pessoas cabem na turma?

As faixas de contratação são Individual, 2 a 5, 6 a 10 e 11 a 15 pessoas. Acima de 15, dividimos em turmas. A turma é sempre exclusiva — só gente da sua empresa na sala — e cada vaga é nominal, definida na sessão de alinhamento.

Monte a turma certa para produto e engenharia.

Uma conversa curta, sem custo, para entender quem vai participar e o que a equipe precisa dominar. Dela sai a recomendação de versão, o formato e a proposta — em real, com contrato e nota fiscal brasileira.

Parceira oficial ClickUp e monday.com no Brasil. ClickUp e monday.com são marcas registradas de seus respectivos titulares.

Sem custo

Peça a recomendação

Diga quem vai participar — devolvemos versão, formato e proposta.

Resposta de um especialista, não de um robô. Seus dados ficam com a Audatia.

Por que times de tecnologia abandonam ferramentas de gestão

Equipes de desenvolvimento têm um histórico próprio com ferramentas de acompanhamento: quase todas já usaram alguma e quase todas a abandonaram. O motivo raramente é a ferramenta em si. É a distância entre o que ela exige de registro e o que devolve de utilidade para quem escreve código.

Quando o quadro serve apenas para a liderança acompanhar, ele vira imposto: alguém preenche no fim do dia, com atraso, e a informação já nasce desatualizada. Quando serve também a quem executa — mostrando o que está bloqueado, o que depende de quem e o que entra no próximo ciclo —, o registro passa a ser útil para o próprio time, e aí ele acontece sozinho.

Um curso de monday dev que cumpre o seu papel trata dessa configuração. Não se trata de ensinar uma metodologia ágil, que o time provavelmente já pratica de alguma forma, e sim de representar corretamente o processo real de engenharia na plataforma, com o mínimo de cerimônia possível.

Dois contextos de engenharia, duas prioridades no quadro

O desenho muda bastante conforme o time construa um produto próprio ou entregue para clientes externos. Aplicar a estrutura de um ao outro é uma das causas mais comuns de rejeição.

Quando o time constrói um produto próprio

Aqui a decisão central é de priorização contínua: existe mais coisa desejável do que capacidade, e o trabalho da gestão é escolher constantemente. O quadro precisa sustentar essa conversa, ligando o que está sendo construído agora ao que foi planejado para os próximos ciclos.

A relação entre o item de desenvolvimento e a origem dele importa muito. Uma demanda que veio de suporte, de vendas ou da estratégia do produto tem pesos diferentes na priorização, e essa procedência costuma se perder quando o item é criado direto no quadro sem contexto.

Há também a dívida acumulada. Times que só registram funcionalidade nova perdem a visão do que está sendo adiado — correções, melhorias internas, ajustes de infraestrutura. Tornar essa parcela visível é o que permite negociar capacidade com argumento, em vez de justificar lentidão depois.

Quando o time entrega para clientes

Em operações que desenvolvem sob contrato, entra uma variável que não existe no produto próprio: o compromisso externo. Prazo acordado, escopo definido e aprovação do cliente passam a condicionar o ciclo, e o quadro precisa refletir isso sem virar duas ferramentas paralelas.

A questão mais sensível é o escopo que cresce no meio do caminho. Pedidos adicionais chegam por conversa e são absorvidos sem registro, até que o prazo escorrega e ninguém consegue demonstrar por quê. Registrar o acréscimo no momento em que ele acontece é o que sustenta a conversa comercial depois.

A espera por aprovação é o outro fator. Em times que entregam para fora, boa parte do tempo de ciclo é consumida aguardando validação do cliente — e enquanto isso não aparece no quadro, o atraso é atribuído inteiramente à engenharia.

O que precisa aparecer no quadro e o que precisa ser medido

Duas listas resolvem a maior parte da distância entre um quadro que o time consulta várias vezes por dia e um que só é aberto na reunião de acompanhamento.

O que o quadro precisa tornar visível

São informações que servem primeiro a quem executa — e, justamente por isso, garantem que o registro se mantenha atualizado.

  • O que está bloqueado e por quê — impedimentos explícitos, com o motivo e quem pode destravá-los, em vez de descobertos na conversa diária.
  • Quanto trabalho está em curso ao mesmo tempo — a quantidade de itens simultâneos, que costuma ser a causa real de nada terminar apesar de todo mundo estar ocupado.
  • Dependências entre itens — o que precisa acontecer antes, tornando previsível a ordem em que as coisas podem avançar.
  • O que entrou depois do início do ciclo — acréscimos registrados como tal, o que separa lentidão de escopo adicional absorvido no caminho.

Um quadro com esses quatro elementos deixa de ser um relatório para a gestão e passa a ser a ferramenta de coordenação do próprio time, que é a única condição em que ele se mantém confiável.

O que a liderança precisa medir

Do lado da gestão, poucas medidas bem construídas valem mais do que um painel cheio de números que ninguém usa para decidir.

  • Tempo de ciclo — quanto leva, na prática, do início ao término de um item, que é a base de qualquer previsão honesta de entrega.
  • Previsibilidade — a diferença entre o que foi planejado e o que foi concluído ao longo dos ciclos, mais útil do que a quantidade absoluta entregue.
  • Proporção entre construir e corrigir — quanto da capacidade vai para o novo e quanto vai para correção, indicador que antecipa problemas de qualidade antes que virem crise.

Essas três medidas mudam a conversa com o restante da empresa: a engenharia deixa de responder por percepção de velocidade e passa a discutir capacidade com evidência.

Como este curso é conduzido

As sessões são ao vivo, com a configuração sendo feita sobre o processo de trabalho que a própria turma já pratica, conduzidas por quem estrutura operações de tecnologia nessas plataformas. A grade cobre os objetos centrais, o ciclo completo de sprint, o roadmap e a leitura de gestão — com foco em representar o processo existente, e não em impor uma cerimônia nova a um time que já tem a sua.

O compromisso é de meio: a turma sai sabendo operar e configurar o ambiente de desenvolvimento na plataforma. Ganho de velocidade e de previsibilidade depende de decisões de priorização e de disciplina interna que nenhuma capacitação controla — por isso o curso prioriza autonomia, para que o próprio time ajuste quadros, automações e painéis conforme o processo evoluir.