Parceira oficial ClickUp e monday.com Turma exclusiva · ao vivo · instrutor que implanta todo dia

Cursos de ClickUp e monday.com

Seis versões, duas plataformas, uma lógica de escolha. Compare carga, sessões e para quem é cada uma — e saia sabendo qual turma montar.

Como escolher

A plataforma define a família; o time define o produto.

Se a empresa opera em ClickUp

A escolha é entre 8h e 10h — a diferença é um encontro inteiro dedicado à IA.

Se opera em monday.com

O caminho é por time: comercial → CRM, atendimento → Service, produto e engenharia → dev, o restante da empresa → AI Work Platform.

Se tem mais de uma área

Costuma combinar: AI Work Platform para a operação geral e uma versão dedicada para o time especialista.

Anexo de bolso

As seis versões, lado a lado

VersãoPlataformaCargaSessõesPara quemIA
ClickUp GeralClickUp8h4 × 2hToda a empresaPanorama na Sessão 1
ClickUp Geral + IAClickUp10h5 × 2hQuem tem ou vai contratar o add-onSessão dedicada
monday.com AI Work Platform(antes Work Management)monday.com8h4 × 2hToda a empresaNas quatro sessões + governança de créditos
monday CRMmonday.com6h3 × 2hTime comercialPanorama na Sessão 1
monday Servicemonday.com6h3 × 2hAtendimento: TI, RH, facilities, suporteTriagem nativa demonstrada
monday devmonday.com6h3 × 2hProduto e engenhariaPanorama na Sessão 1
Em todas as seis

O que vale para todas as versões

Depois de cada encontro

  • Gravação de cada sessão, disponível sob solicitação — serve para revisão e para quem entrar na equipe depois
  • Certificado de conclusão para cada participante da lista confirmada
  • Suporte por 7 dias corridos após o último encontro, por WhatsApp ou e-mail, direto com o instrutor e restrito ao conteúdo ministrado
  • Quadro de dúvidas pendentes mantido durante o treinamento: pergunta que não coube no tempo da aula volta respondida na sessão seguinte

Como funciona

  • Sempre ao vivo, nunca gravado. Sessões de 2 horas cheias, conduzidas por instrutor que implanta a plataforma em operação real todo dia
  • A aula roda na conta Enterprise de demonstração da Audatia — não é preciso liberar acesso ao workspace da empresa
  • Turma exclusiva: só gente da empresa na sala. Faixas: Individual · 2 a 5 · 6 a 10 · 11 a 15. Acima de 15 pessoas, dividimos em turmas
  • A cadência é combinada na sessão de alinhamento, que não consome carga horária. No remoto, ao menos um dia de intervalo entre sessões; no presencial, encontros agrupados em dia inteiro

Escopo, com clareza

  • Treinamento, com o caminho da implantação desenhado. Construir os processos da empresa dentro do ambiente dela é consultoria, contratada à parte — e a turma sai sabendo exatamente o que pedir
  • Assento nominal: cada vaga pertence à pessoa nomeada na sessão de alinhamento
  • Prática guiada, sem prova. O certificado é emitido pela Audatia e comprova participação e conclusão — não é exame de proficiência do fabricante
  • Abertos a personalização: mais horas em um bloco específico, dois produtos na mesma turma, calendário fora do padrão

Ainda em dúvida entre as versões?

Uma conversa curta, sem custo, para entender quem vai participar e o que a equipe precisa dominar. Dela sai a recomendação de versão, o formato e a proposta — em real, com contrato e nota fiscal brasileira.

Parceira oficial ClickUp e monday.com no Brasil. ClickUp e monday.com são marcas registradas de seus respectivos titulares.

Sem custo

Peça a recomendação de versão

Diga quem vai participar — devolvemos versão, formato e proposta.

Resposta de um especialista, não de um robô. Seus dados ficam com a Audatia.

Como decidir qual curso de monday.com escolher

A escolha da versão certa depende menos do cargo das pessoas e mais do trabalho que a turma vai executar depois da capacitação. A pergunta útil não é quem participa, e sim qual processo precisa passar a acontecer dentro da plataforma nas semanas seguintes — porque é isso que define qual conjunto de recursos precisa ser dominado.

Quando essa definição é pulada, o resultado é previsível. Uma turma recebe conteúdo genérico sobre a plataforma, sai animada e volta ao trabalho sem saber como aplicar aquilo ao próprio processo. Não é falha de atenção: é distância entre o que foi demonstrado e o que a pessoa precisa fazer na segunda-feira.

Por isso a família de produtos existe. Cada versão parte da mesma base de navegação e se aprofunda na lógica de um tipo de operação específico — funil comercial, atendimento com fila e prazo, ciclo de desenvolvimento, gestão do trabalho em geral. Escolher a versão é escolher qual desses vocabulários a equipe vai levar para a rotina.

Uma turma para todos ou turmas separadas por área

Definida a versão, resta uma segunda decisão que costuma ser tomada por conveniência de agenda e que afeta bastante o resultado: reunir todo mundo em uma turma só ou dividir por área.

Quando faz sentido reunir a empresa em uma turma

Turma única funciona bem quando o objetivo é estabelecer uma base comum: mesma nomenclatura, mesmo entendimento sobre a lógica da plataforma, mesmo critério sobre onde cada tipo de informação deve ser registrado. Esse alinhamento é difícil de obter depois, quando cada área já criou seu próprio jeito de trabalhar.

O benefício menos evidente é o encontro entre áreas. Em uma sessão com pessoas de setores diferentes, aparecem as divergências de processo que ninguém tinha percebido — o campo que uma área preenche de um jeito e outra de outro, a etapa que cada uma considera concluída em momentos distintos. Resolver isso na capacitação custa pouco; resolver depois, com dado inconsistente acumulado, custa caro.

O limite desse formato é a profundidade. Uma turma diversa avança até onde o conteúdo interessa a todos, e a partir daí a diferença de necessidade entre áreas começa a pesar. É o formato certo para começar, e raramente é suficiente para uma área que precisa dominar um processo inteiro.

Quando faz sentido separar por área

Turmas separadas rendem quando existe um processo específico a ser montado e uma área responsável por ele. O conteúdo passa a girar em torno de casos reais daquele setor, e o tempo é usado para resolver as situações que a equipe realmente enfrenta, e não para percorrer recursos que ela não vai acionar.

Esse formato também permite trabalhar o vocabulário próprio de cada produto da família. As perguntas que aparecem em uma sessão de funil comercial não são as mesmas de uma sessão de atendimento com prazo acordado, nem as de um ciclo de desenvolvimento — e a profundidade só é possível quando a sala inteira compartilha o mesmo contexto.

Na prática, a combinação costuma ser a melhor decisão: uma base comum primeiro, para alinhar linguagem e critério, e turmas por área em seguida, para cada equipe montar o próprio processo. A ordem importa — aprofundar antes de nivelar produz especialistas isolados dentro de uma empresa que ainda não fala a mesma língua.

Dois diagnósticos diferentes, duas escolhas diferentes

Antes de comparar as versões lado a lado, vale identificar qual dos dois problemas a empresa realmente tem. Eles pedem conteúdos distintos, e confundi-los é a causa mais comum de uma capacitação bem executada produzir pouco efeito.

Sinais de que falta nivelamento

São situações em que o obstáculo é a base: as pessoas não compartilham o mesmo entendimento sobre como a plataforma funciona.

  • Cada um registra de um jeito — o mesmo tipo de trabalho aparece organizado de formas diferentes conforme quem criou, e nenhum relatório fecha.
  • A equipe contorna a ferramenta — o trabalho continua sendo combinado por mensagem e planilha, com o sistema atualizado depois, quando alguém lembra.
  • Ninguém confia no que o sistema mostra — os números são conferidos manualmente antes de qualquer decisão, o que anula o ganho da plataforma.
  • Quem entra aprende no improviso — não existe caminho oficial de aprendizado, e cada pessoa nova depende de um colega com tempo disponível.

Nesse cenário, aprofundar em um produto específico resolve pouco. O que muda o jogo é a base comum, com todo mundo saindo da capacitação com o mesmo critério sobre onde e como registrar.

Sinais de que falta aprofundamento

São situações em que a base já existe, mas a plataforma é usada muito abaixo do que a operação precisaria.

  • O processo cabe na ferramenta, mas ninguém o montou — a equipe usa o básico e mantém o processo real fora do sistema, por não saber como representá-lo ali.
  • Tudo é feito manualmente — etapas previsíveis que poderiam acontecer sozinhas continuam dependendo de alguém executar e lembrar.
  • A leitura de gestão não existe — a liderança pede número por mensagem, mesmo com o trabalho todo registrado na plataforma.

Aqui a versão específica da família faz diferença real, porque o conteúdo passa a tratar do processo daquela área — e a turma termina com a estrutura desenhada, não apenas compreendida.

Como a Audatia conduz os cursos

Todas as versões seguem a mesma lógica: sessões ao vivo, conduzidas por quem implanta e sustenta operações reais nessas plataformas, com demonstração aplicada aos processos trazidos pela própria turma. O objetivo declarado não é percorrer a lista de recursos, e sim que cada participante saiba executar o próprio trabalho na ferramenta ao fim do encontro.

É por isso que a escolha da versão importa tanto quanto a decisão de capacitar. O quadro comparativo acima existe justamente para tornar essa escolha objetiva — e, quando a dúvida permanece, a recomendação de versão é feita a partir do processo que a empresa quer colocar de pé, e não a partir de um catálogo.