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ClickUp preços: quanto custa cada plano, sem letra miúda.

Os valores oficiais por usuário, o que muda entre os planos, o custo da IA — que é cobrado à parte — e o plano que sumiu da vitrine mas continua contratável.

Planos oficiais

Quanto custa o ClickUp, por usuário e por mês.

Valores oficiais da fabricante, em dólar. O preço anual é cobrado de uma vez pelos 12 meses; o mensal é mais caro por usuário.

Unlimited

Para times pequenos que já dependem da ferramenta

US$ 7/usuário/mês

No anual. Mensal: US$ 10/usuário

  • Armazenamento ilimitado
  • Integrações ilimitadas
  • Painéis e gráficos
  • Campos personalizados
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Mais contratado

Business

Para operações com processo e automação de verdade

US$ 12/usuário/mês

No anual. Mensal: US$ 19/usuário

  • Automações avançadas
  • Painéis avançados e metas
  • Carga de trabalho e Time Tracking
  • Google SSO e permissões
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Business Plus

Para quem passou do Business sem precisar do Enterprise

Sob consulta

Preço definido caso a caso pela fabricante

  • Papel personalizado (Custom Role)
  • Atendimento prioritário
  • 25.000 automações por mês
  • API de 1.000 requisições/min
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Enterprise

Para empresas com exigência de governança

Sob consulta

Preço definido caso a caso pela fabricante

  • Papéis personalizados ilimitados
  • SAML SSO e provisionamento SCIM
  • Log de auditoria e API Enterprise
  • MSA e HIPAA disponíveis
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Preços por usuário/mês publicados pela fabricante e conferidos em 1º de setembro de 2026. A tabela é da ClickUp e pode mudar sem aviso — na dúvida, confirme conosco antes de fechar.

Prefere pagar em Real, com nota fiscal?

A Audatia é revenda oficial no Brasil: você contrata em Reais, sem cartão internacional, sem IOF e sem a variação do câmbio caindo na conta a cada ciclo.

A partir de 10 licenças Pagamento via PIX em Reais Nota fiscal brasileira

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O que a tabela não mostra

Dois detalhes que mudam a sua conta.

São as duas perguntas que mais aparecem depois que alguém olha a página de preços — e que a própria tabela não responde.

A IA é cobrada à parte

Os recursos de inteligência artificial não estão inclusos no preço do plano: são add-ons contratados por usuário, somando ao valor da licença.

Brain AIUS$ 9/usuário/mês
Everything AIUS$ 28/usuário/mês

Antes de contratar, vale checar quem no time realmente vai usar IA — raramente é a equipe inteira, e é aí que a conta engorda sem necessidade.

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O Business Plus não acabou

Ele deixou de aparecer na página pública de preços, o que fez muita gente concluir que foi descontinuado. Não foi: o plano continua documentado e contratável pelo fluxo de upgrade dentro do Workspace.

Fica entre o Business e o Enterprise, com papel personalizado, atendimento prioritário e limites maiores de automação e de API. Se o Business ficou apertado mas o Enterprise é grande demais, é ele que costuma resolver.

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Comprar pela revenda nacional

O mesmo ClickUp — sem o câmbio no caminho.

01

Em Real, com nota fiscal

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02

Curadoria antes da compra

Dimensionamos o plano e a quantidade de licenças para o seu caso, para você não pagar por um pacote caro cheio de recursos que a equipe não vai usar.

03

Especialista em português

Um parceiro local que conhece a ferramenta e faz a ponte com a fabricante — não um ticket de suporte em inglês.

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Como o ClickUp cobra: o modelo por trás da tabela

Os preços do ClickUp seguem um modelo de assinatura por usuário e por mês, distribuído em quatro planos — Free Forever, Unlimited, Business e Enterprise —, com a opção de pagar em ciclo anual ou mensal. O valor da tabela é sempre unitário: o custo real da empresa é esse número multiplicado pela quantidade de pessoas com assento pago, e é essa multiplicação, não o preço do plano, que costuma surpreender.

Existe uma regra estrutural que muda completamente o cálculo e raramente aparece nas comparações: o plano se aplica ao Workspace inteiro. Não é possível manter uma área no plano mais completo e outra no plano básico dentro do mesmo ambiente — ao subir de plano, todos os membros sobem junto. Isso significa que uma necessidade pontual de uma única equipe se propaga como custo para toda a base de usuários.

A consequência prática é direta: escolher o plano e dimensionar a quantidade de assentos são uma decisão só, nunca duas. Empresa que define o plano olhando a lista de recursos e só depois soma as pessoas quase sempre chega a um valor diferente do que tinha em mente — e a diferença tende a aparecer justamente no momento em que a compra já foi aprovada internamente.

O que faz a conta subir ou descer

Duas variáveis explicam quase toda a diferença entre o preço que a empresa imaginou e o que ela efetivamente paga. Nenhuma das duas está na coluna de preço.

Quem conta como usuário pago

A primeira variável é quem realmente precisa de assento. Nos planos pagos, cada membro do Workspace ocupa uma licença, e é comum uma empresa licenciar o quadro inteiro por padrão quando apenas parte dele vai operar dentro da plataforma nos primeiros meses. Assento ocioso custa igual a assento em uso.

Existe a figura do convidado, pensada para quem participa de forma limitada — clientes, fornecedores, parceiros externos. No plano gratuito o número de membros e convidados é ilimitado; nos planos pagos, os assentos de convidado vêm em quantidade que varia conforme o plano, e o acesso é restrito ao que for compartilhado. Usar convidado onde faz sentido evita transformar um envolvimento pontual em licença cheia.

Há ainda quem interage com o processo sem precisar entrar na plataforma. Solicitações vindas de outras áreas podem ser capturadas por formulário, criando a tarefa já estruturada sem consumir assento de quem apenas pede. Mapear esses três perfis — quem opera, quem participa e quem só solicita — costuma reduzir a conta mais do que qualquer negociação de plano.

Ciclo anual ou mensal

A segunda variável é o ciclo de cobrança. O ClickUp pratica valores menores no compromisso anual e valores maiores na assinatura mensal, e a diferença entre os dois é significativa o bastante para mudar a viabilidade de um plano superior.

O ciclo mensal tem uma função legítima: dar flexibilidade enquanto a empresa ainda valida se a plataforma resolve o problema e quantas pessoas de fato vão usar. Pagar mais por alguns meses em troca de não travar uma decisão errada costuma ser um bom negócio — desde que exista uma data para revisar isso, e não uma renovação mensal que se estende por anos por inércia.

Já o ciclo anual só compensa quando o dimensionamento está maduro. Fechar um ano com assentos em excesso significa carregar o excedente até a renovação seguinte. É por isso que a ordem correta é estabilizar o uso, medir quantas pessoas realmente operam na ferramenta e só então migrar para o compromisso mais longo — e não o contrário.

Como escolher o plano sem pagar pelo que não vai usar

A pergunta útil não é qual plano tem mais recursos, e sim qual recurso a operação vai efetivamente acionar nos próximos meses. Recurso disponível e não utilizado tem o mesmo custo de recurso essencial.

O que costuma justificar subir de plano

Existem necessidades que realmente empurram uma empresa para uma camada superior — e todas elas nascem de uma dificuldade concreta, não da leitura de uma tabela comparativa.

  • Governança de acesso — quando é preciso controlar com precisão quem vê e edita o quê, especialmente com áreas sensíveis ou participação de externos no mesmo ambiente.
  • Volume de automação — quando a operação depende de muitas rotinas automáticas rodando de forma contínua, e o limite do plano atual passa a ser atingido no meio do mês.
  • Leitura consolidada da operação — quando a liderança precisa cruzar áreas e projetos em painéis únicos, em vez de acompanhar cada frente separadamente.
  • Exigências corporativas — requisitos de segurança, auditoria, integração com diretório de identidade ou acordos de nível de serviço, que costumam ser condição de compra em empresas maiores.

O teste é simples: se a necessidade puder ser descrita como um problema que a equipe já enfrenta hoje, o upgrade se paga. Se só puder ser descrita como um recurso que existe, provavelmente não.

O que raramente justifica

Do outro lado, há motivos frequentes para subir de plano que quase nunca se sustentam depois de alguns meses de uso real.

  • Contratar o topo por precaução — a hipótese de precisar de tudo um dia é a forma mais cara de tomar uma decisão que pode ser revisada na renovação.
  • Comparar tabelas em vez de necessidades — a coluna com mais itens marcados vence toda comparação visual, e isso diz pouco sobre a operação de quem está comprando.
  • Resolver desorganização com plano superior — quando o problema é estrutura mal configurada, nenhum recurso adicional corrige; a conta sobe e o sintoma permanece.

Esse último ponto é o mais comum de todos. Boa parte das empresas que consideram trocar de plano por insatisfação está, na verdade, diante de uma configuração que não reflete a operação — e a mesma equipe volta a funcionar no plano atual depois que a estrutura é reorganizada.

Preços do ClickUp no Brasil: o que a tabela em dólar não mostra

Os valores publicados pela fabricante são em dólar, e para uma empresa brasileira esse não é o custo final. A compra direta acontece em cartão internacional, o que acrescenta imposto sobre operação financeira e o spread da conversão, e faz o valor lançado mudar a cada ciclo conforme o câmbio. Um plano que parecia previsível na planilha passa a ter um custo diferente todo mês, sem que nada tenha sido alterado na contratação.

Há também o efeito administrativo, que costuma pesar mais do que a diferença de valor: sem nota fiscal brasileira, a despesa não entra corretamente na contabilidade e vira pendência recorrente no fechamento. É por isso que comparar a tabela em dólar com uma proposta nacionalizada linha a linha não funciona — são bases diferentes, e a segunda já embute os tributos e a conversão que a empresa pagaria de qualquer forma, agora de maneira previsível. Como parceira oficial, a Audatia faz essa contratação em Real, com nota fiscal brasileira, e dimensiona plano e quantidade de licenças antes da compra, para que a conta reflita o uso real da operação.