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ClickUp preços: quanto custa cada plano, sem letra miúda.

Os valores oficiais por usuário dos seis planos do ClickUp, no anual e no mensal, quanto de IA vem em cada um e o que muda para quem já assina.

Planos oficiais

Quanto custa o ClickUp, por usuário e por mês.

Valores oficiais da fabricante, em dólar. O preço anual é cobrado de uma vez pelos 12 meses; o mensal é mais caro por usuário.

Free Forever

Para começar e testar a ferramenta com a equipe

US$ 0/usuário/mês

Gratuito para sempre, sem cartão de crédito

  • Membros ilimitados
  • 60 MB de armazenamento
  • 100 ações de automação por mês
  • 500 créditos de IA de teste por workspace
Criar conta grátis

Core

Para times pequenos que usam o ClickUp todo dia

US$ 9/usuário/mês

No anual. Mensal: US$ 12/usuário

  • Armazenamento ilimitado
  • 1.000 créditos de IA por usuário/mês
  • 1.000 ações de automação por mês
  • Gantt, metas e Google Drive, Dropbox e OneDrive
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Mais contratado

Business

Para operações com processo e automação de verdade

US$ 17/usuário/mês

No anual. Mensal: US$ 25/usuário

  • 1.500 créditos de IA por usuário/mês
  • ClickUp Brain sem limite nos modelos padrão*
  • 10.000 ações e automação com webhook
  • Dashboards, Timeline, Workload e Google SSO
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Business Plus

Para várias equipes no mesmo workspace

Sob consulta

Não aparece na página pública de preços do ClickUp

  • 2.000 créditos de IA por usuário/mês
  • 100.000 ações de automação por mês
  • API de 1.000 requisições por minuto
  • Formulários com lógica condicional
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Enterprise

Para empresas com exigência de segurança e governança

Sob consulta

Preço definido pelo ClickUp caso a caso

  • 3.000 créditos de IA e AI Notetaker sem limite*
  • Busca conectada no Drive, OneDrive, Gmail, Teams e Slack
  • SSO por SAML, Okta e Microsoft, SCIM e auditoria
  • 1 milhão de ações de automação por mês
R$ Quero cotação em Reais

Max

Para empresas que usam IA todos os dias, com tudo do Enterprise

US$ 100/usuário/mês

No anual. Mensal: US$ 120/usuário

  • 10.000 créditos de IA por usuário/mês
  • Notetaker, AI Fields, imagens e cards de IA sem limite
  • Chamadas MCP sem teto diário
  • Suporte prioritário e Premium Support
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Preços por usuário/mês publicados pelo ClickUp em clickup.com/pricing; preços conferidos em 15/10/2026. O plano Max é um plano de assinatura; não confunda com o Brain MAX, o aplicativo de IA do ClickUp. * Sujeito à política de uso justo do ClickUp. A tabela é do fabricante e pode mudar sem aviso; na dúvida, confirme conosco antes de fechar.

Os 6 planos do ClickUp lado a lado: preço por usuário/mês, IA e limites
ItemFree ForeverCoreBusinessBusiness PlusEnterpriseMax
Preço no anualUS$ 0US$ 9US$ 17Sob consultaSob consultaUS$ 100
Preço no mensalUS$ 0US$ 12US$ 25Sob consultaSob consultaUS$ 120
Créditos de IA por usuário/mês500 por workspace, de teste1.0001.5002.0003.00010.000
ClickUp Brain, modelos padrãoTesteTesteSem limite*Sem limite*Sem limite*Sem limite*
AI NotetakerGasta créditosGasta créditosGasta créditosGasta créditosSem limite*Sem limite
Talk to TextTesteIncluídoAmpliadoAmpliadoMaior cotaSem limite
Ações de automação por mês (workspace)1001.00010.000100.0001 milhão1 milhão
Chamadas MCP por dia (workspace)1003001.0002.50025.000Sem teto diário
Busca conectada do workspaceNãoNãoNãoNãoSimSim
Armazenamento60 MBIlimitadoIlimitadoIlimitadoIlimitadoIlimitado
Login único (SSO)NãoNãoGoogleGoogleGoogle, Microsoft, Okta e SAMLGoogle, Microsoft, Okta e SAML

Fonte: ClickUp, página de preços e comparação de recursos; preços conferidos em 15/10/2026. * Sujeito à política de uso justo do ClickUp.

Prefere pagar em Real, com nota fiscal?

A Audatia é revenda oficial no Brasil: você contrata em Reais, sem cartão internacional, sem IOF e sem a variação do câmbio caindo na conta a cada ciclo.

A partir de 10 licenças Pagamento via PIX em Reais Nota fiscal brasileira

Quero cotação em Reais
O que a tabela não mostra

Dois detalhes que mudam a sua conta.

São as duas perguntas que mais aparecem desde que o ClickUp trocou os planos, e que a própria tabela não responde.

A IA agora vem dentro do plano

Nos planos novos, a IA do ClickUp deixou de ser um add-on por usuário. Cada plano pago traz créditos de IA por usuário, somados num saldo único do workspace, que renova todo mês e não acumula.

Core1.000 créditos/usuário/mês
Business1.500 créditos/usuário/mês
Plano Max10.000 créditos/usuário/mês

O AI Notetaker gasta créditos até o Business Plus e fica sem limite no Enterprise e no plano Max. Antes de subir de plano por causa da IA, vale medir quanto a equipe gastou no último mês.

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Já assina? Seu plano não muda

Quem já assina o ClickUp continua no plano atual, com os mesmos recursos, segundo a central de ajuda do ClickUp. Os add-ons de IA contratados continuam valendo para quem está nos planos anteriores.

A troca de plano é uma decisão sua, de preferência na renovação, depois de comparar o uso de automação e de IA com a cota de cada plano novo.

R$ Falar com um especialista
Planos novos do ClickUp

Perguntas sobre a troca de planos.

Qual é o plano pago de entrada do ClickUp?

É o Core: US$ 9 por usuário/mês no anual e US$ 12 no mensal, com armazenamento ilimitado, Gantt, metas, time tracking e 1.000 créditos de IA por usuário/mês (preços conferidos em 15/10/2026).

Quem já assina o ClickUp precisa mudar de plano?

Não. A central de ajuda do ClickUp informa que o plano atual e os recursos de quem já assina não mudam. Mudar para um plano novo é uma escolha, e o melhor momento costuma ser a renovação, depois de comparar o uso de automação e de IA da equipe com a cota de cada plano.

O ClickUp ficou mais caro?

Para quem contrata agora, sim. No anual, o Business passou de US$ 12 para US$ 17 por usuário/mês, e o Core, plano pago de entrada, custa US$ 9 (preços conferidos em 15/10/2026). Em troca, os planos pagos passam a incluir créditos de IA, que antes dependiam de add-on.

A IA do ClickUp ainda é cobrada à parte?

Nos planos novos, não: cada plano pago inclui créditos de IA por usuário, de 1.000 no Core a 10.000 no plano Max, e o Brain fica sem limite nos modelos padrão a partir do Business, com uso justo. Quem continua num plano anterior segue com o modelo de add-on que já contratou.

Qual a diferença entre o plano Max e o Brain MAX?

O plano Max é o plano de assinatura mais completo do ClickUp: inclui tudo do Enterprise e o maior volume de IA, com 10.000 créditos por usuário/mês. O Brain MAX é outra coisa: o aplicativo de IA do ClickUp para computador, Chrome e celular.

Dá para pagar os planos novos em reais, com nota fiscal?

Sim. A Audatia é revenda oficial do ClickUp no Brasil e vende as licenças dos planos novos em reais, com nota fiscal brasileira, a partir de 10 licenças. Você informa quantas pessoas vão usar e devolvemos o plano dimensionado e o valor em reais.

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Como o ClickUp cobra: o modelo por trás da tabela

Os preços do ClickUp seguem um modelo de assinatura por usuário e por mês, distribuído em seis planos: Free Forever, Core, Business, Business Plus, Enterprise e o plano Max, com a opção de pagar em ciclo anual ou mensal. O valor da tabela é sempre unitário: o custo real da empresa é esse número multiplicado pela quantidade de pessoas com assento pago, e é essa multiplicação, não o preço do plano, que costuma surpreender. Nos planos novos, a IA entra na mesma conta, como créditos incluídos por usuário.

Existe uma regra estrutural que muda completamente o cálculo e raramente aparece nas comparações: o plano se aplica ao Workspace inteiro. Não é possível manter uma área no plano mais completo e outra no plano básico dentro do mesmo ambiente — ao subir de plano, todos os membros sobem junto. Isso significa que uma necessidade pontual de uma única equipe se propaga como custo para toda a base de usuários.

A consequência prática é direta: escolher o plano e dimensionar a quantidade de assentos são uma decisão só, nunca duas. Empresa que define o plano olhando a lista de recursos e só depois soma as pessoas quase sempre chega a um valor diferente do que tinha em mente — e a diferença tende a aparecer justamente no momento em que a compra já foi aprovada internamente.

O que faz a conta subir ou descer

Duas variáveis explicam quase toda a diferença entre o preço que a empresa imaginou e o que ela efetivamente paga. Nenhuma das duas está na coluna de preço.

Quem conta como usuário pago

A primeira variável é quem realmente precisa de assento. Nos planos pagos, cada membro do Workspace ocupa uma licença, e é comum uma empresa licenciar o quadro inteiro por padrão quando apenas parte dele vai operar dentro da plataforma nos primeiros meses. Assento ocioso custa igual a assento em uso.

Existe a figura do convidado, pensada para quem participa de forma limitada — clientes, fornecedores, parceiros externos. No plano gratuito o número de membros e convidados é ilimitado; nos planos pagos, os assentos de convidado vêm em quantidade que varia conforme o plano, e o acesso é restrito ao que for compartilhado. Usar convidado onde faz sentido evita transformar um envolvimento pontual em licença cheia.

Há ainda quem interage com o processo sem precisar entrar na plataforma. Solicitações vindas de outras áreas podem ser capturadas por formulário, criando a tarefa já estruturada sem consumir assento de quem apenas pede. Mapear esses três perfis — quem opera, quem participa e quem só solicita — costuma reduzir a conta mais do que qualquer negociação de plano.

Ciclo anual ou mensal

A segunda variável é o ciclo de cobrança. O ClickUp pratica valores menores no compromisso anual e valores maiores na assinatura mensal, e a diferença entre os dois é significativa o bastante para mudar a viabilidade de um plano superior.

O ciclo mensal tem uma função legítima: dar flexibilidade enquanto a empresa ainda valida se a plataforma resolve o problema e quantas pessoas de fato vão usar. Pagar mais por alguns meses em troca de não travar uma decisão errada costuma ser um bom negócio — desde que exista uma data para revisar isso, e não uma renovação mensal que se estende por anos por inércia.

Já o ciclo anual só compensa quando o dimensionamento está maduro. Fechar um ano com assentos em excesso significa carregar o excedente até a renovação seguinte. É por isso que a ordem correta é estabilizar o uso, medir quantas pessoas realmente operam na ferramenta e só então migrar para o compromisso mais longo — e não o contrário.

Como escolher o plano sem pagar pelo que não vai usar

A pergunta útil não é qual plano tem mais recursos, e sim qual recurso a operação vai efetivamente acionar nos próximos meses. Recurso disponível e não utilizado tem o mesmo custo de recurso essencial.

O que costuma justificar subir de plano

Existem necessidades que realmente empurram uma empresa para uma camada superior — e todas elas nascem de uma dificuldade concreta, não da leitura de uma tabela comparativa.

  • Governança de acesso — quando é preciso controlar com precisão quem vê e edita o quê, especialmente com áreas sensíveis ou participação de externos no mesmo ambiente.
  • Volume de automação — quando a operação depende de muitas rotinas automáticas rodando de forma contínua, e o limite do plano atual passa a ser atingido no meio do mês.
  • Leitura consolidada da operação — quando a liderança precisa cruzar áreas e projetos em painéis únicos, em vez de acompanhar cada frente separadamente.
  • Exigências corporativas — requisitos de segurança, auditoria, integração com diretório de identidade ou acordos de nível de serviço, que costumam ser condição de compra em empresas maiores.

O teste é simples: se a necessidade puder ser descrita como um problema que a equipe já enfrenta hoje, o upgrade se paga. Se só puder ser descrita como um recurso que existe, provavelmente não.

O que raramente justifica

Do outro lado, há motivos frequentes para subir de plano que quase nunca se sustentam depois de alguns meses de uso real.

  • Contratar o topo por precaução — a hipótese de precisar de tudo um dia é a forma mais cara de tomar uma decisão que pode ser revisada na renovação.
  • Comparar tabelas em vez de necessidades — a coluna com mais itens marcados vence toda comparação visual, e isso diz pouco sobre a operação de quem está comprando.
  • Resolver desorganização com plano superior — quando o problema é estrutura mal configurada, nenhum recurso adicional corrige; a conta sobe e o sintoma permanece.

Esse último ponto é o mais comum de todos. Boa parte das empresas que consideram trocar de plano por insatisfação está, na verdade, diante de uma configuração que não reflete a operação — e a mesma equipe volta a funcionar no plano atual depois que a estrutura é reorganizada.

Preços do ClickUp no Brasil: o que a tabela em dólar não mostra

Os valores publicados pela fabricante são em dólar, e para uma empresa brasileira esse não é o custo final. A compra direta acontece em cartão internacional, o que acrescenta imposto sobre operação financeira e o spread da conversão, e faz o valor lançado mudar a cada ciclo conforme o câmbio. Um plano que parecia previsível na planilha passa a ter um custo diferente todo mês, sem que nada tenha sido alterado na contratação.

Há também o efeito administrativo, que costuma pesar mais do que a diferença de valor: sem nota fiscal brasileira, a despesa não entra corretamente na contabilidade e vira pendência recorrente no fechamento. É por isso que comparar a tabela em dólar com uma proposta nacionalizada linha a linha não funciona — são bases diferentes, e a segunda já embute os tributos e a conversão que a empresa pagaria de qualquer forma, agora de maneira previsível. Como parceira oficial, a Audatia faz essa contratação em Real, com nota fiscal brasileira, e dimensiona plano e quantidade de licenças antes da compra, para que a conta reflita o uso real da operação.