O plano corporativo do monday.com — Enterprise, no nome original — não é “o plano grande”. Ele é o degrau em que a decisão de compra deixa de ser da área que vai usar e passa por TI, segurança da informação ou compliance. Por isso o que ele acrescenta são requisitos, não funcionalidades de produtividade: autenticação corporativa, log de auditoria sem prazo de expurgo, permissão por pessoa dentro do quadro, restrição por endereço IP, residência de dados e um acordo de nível de serviço com créditos por indisponibilidade.
Se ninguém na sua empresa está pedindo nada disso, provavelmente não é dele que você precisa — e é melhor ouvir isso agora do que depois de assinar um contrato de doze meses, que é o prazo mínimo desse degrau.
Este artigo lista o que muda com o número e a regra de cada item, o que não vem junto mesmo pagando o topo, e as regras de cobrança que mudam a conta antes de qualquer comparação de plano. Declaro o interesse comercial: a Audatia presta consultoria, treinamento e sustentação em monday.com e não revende licença — ela é contratada direto com o fabricante. Ou seja, eu não ganho nada se você subir de plano; eu ganho se a estrutura por trás funcionar. É por isso que metade deste texto argumenta contra a subida.
Que sinais indicam que a conversa chegou nesse ponto
Quase sempre são os mesmos quatro, e raramente vêm da área que usa a ferramenta:
- TI pediu que o acesso passe pelo login corporativo, em vez de senha própria por usuário;
- alguém perguntou quem viu determinada informação, e quando;
- o jurídico ou o compliance pediu política de retenção e tratamento de dado;
- a empresa entrou num processo formal de homologação de fornecedor.
Quando aparece o primeiro, os outros três costumam vir atrás em poucos meses.
Plano corporativo do monday.com: como funciona a decisão nesse degrau
Vale entender o mecanismo, porque ele explica por que o argumento que funciona com a área usuária não funciona aqui.
Nos degraus de baixo, quem decide é quem sente a dor: o líder da área quer Gantt, quer automação, quer painel. O argumento é de produtividade e a prova é uma demonstração. No corporativo, entra uma segunda pessoa na sala que não vai usar a ferramenta e cuja pergunta é outra: o que acontece se der errado, e como eu provo depois o que aconteceu. Essa pessoa não é convencida por tela — é convencida por documento, log e cláusula.
A consequência prática é que o processo muda de forma. Aparece questionário de fornecedor, pedido de certificação, revisão de contrato e, muitas vezes, uma lista de requisitos escrita por alguém que nunca abriu a plataforma. Quase sempre parte dessa lista se resolve com configuração no plano que a empresa já tem, e a outra parte exige o degrau. Separar as duas é o trabalho — e é o que evita subir de plano por causa de um item que já existia.
Identidade e acesso: o que muda
| Item | Onde começa |
|---|---|
| Autenticação de dois fatores | Todos os planos, ativada pelo administrador |
| Login com conta Google | Profissional e Corporativo |
| SAML 2.0 customizado, Okta, OneLogin e Entra ID | Só Corporativo |
| Provisionamento automático de contas por SCIM | Só Corporativo |
| Restrição de acesso por endereço IP | Só Corporativo |
| Duração de sessão e logout por inatividade | Só Corporativo |
Duas observações práticas. A primeira: o item que costuma disparar a conversa é o SCIM, não o SSO — porque ele é o que responde à pergunta “quando alguém sai da empresa, o acesso cai sozinho?”. A segunda: a granularidade do logout por inatividade é medida em dias, com opções de 5, 10 ou 15. Se a sua política exige expiração em horas, essa opção não existe na documentação, e vale confirmar antes de prometer para a auditoria.
O corporativo traz ainda um painel de sessões em que o administrador vê localização de login, endereço IP e atividade recente de cada membro, pode deslogar uma pessoa específica ou todas de uma vez, e tem um botão de bloqueio emergencial da conta para o caso de credencial comprometida. E há um detalhe que eu gosto de citar em reunião de segurança: a sessão de personificação de administrador — quando alguém entra como outro usuário para dar suporte — expira automaticamente em 15 minutos.
Auditoria: o item que mais decide
O log de auditoria é exclusivo do corporativo, acessível apenas ao administrador da conta, e tem uma característica que eu considero a vantagem mais forte da plataforma nesse degrau: a documentação não impõe prazo de retenção — os registros não são apagados. Ele sai por CSV e por API, com filtro por usuário, data inicial e final, tipo de evento e endereço IP.
Vale separar isso do log de atividades comum, que existe nos planos de baixo com prazo curto e que muita gente confunde com auditoria.
| Plano | Retenção do log de atividades |
|---|---|
| Básico | Última semana |
| Padrão | 6 meses |
| Profissional | Até 1 ano |
| Corporativo | Até 5 anos |
Repare no padrão: a diferença entre os degraus não é ter ou não ter registro — é por quanto tempo você consegue responder à pergunta “quem mudou isso?”. No Padrão, essa resposta morre em seis meses. Para quem responde a auditoria anual ou a cliente que pede histórico, seis meses é menos que um ciclo.
Permissão fina: o que só existe no topo
Fora do corporativo, a permissão do monday.com é por quadro: o dono escolhe um único conjunto — editar tudo, editar só conteúdo, editar só itens atribuídos, ou ver e comentar — e ele vale igual para todo mundo naquele quadro. Permissão por coluna existe a partir do Profissional, com uma limitação que vale saber: dá para restringir a edição ou a visualização de uma coluna, não as duas ao mesmo tempo, e o dono do quadro sempre vê tudo.
No corporativo, o modelo muda de natureza. Passam a existir papéis atribuídos por pessoa ou equipe dentro do quadro — proprietário, editor, contribuidor, contribuidor atribuído e visualizador — ajustáveis em oito categorias: itens, subitens, geral, atualizações, colunas, grupos, visualizações e formulários. E aparece a restrição de visibilidade de item, que permite configurar para que a pessoa só enxergue os itens que criou e aqueles em que foi atribuída.
É essa última que resolve o caso clássico de “cada cliente só vê a própria linha” dentro do mesmo quadro. Some-se a isso as funções personalizadas de conta, também exclusivas do corporativo, criadas a partir de um tipo base — membro, visualizador ou convidado — com a ressalva de que não é possível usar administrador como base.
Escala técnica: os tetos que sobem
Esta parte raramente entra na conversa de segurança e é a que mais trava operação grande.
| Limite | Até o Profissional | Corporativo |
|---|---|---|
| Itens por quadro | 10.000 | 100.000 |
| Armazenamento | 100 GB no Profissional | 1 TB |
| Quadros por painel | 20 no Profissional | 50 |
| Quadros conectados por quadro | 20 no Profissional | 200 |
| Fluxos de trabalho ativos publicados | 20 no Profissional | 250 |
| Ações de automação e de integração por mês | 25.000 de cada | 250.000 |
| Chamadas de API por dia | 10.000 no Profissional | 25.000 |
| Requisições simultâneas de API | 100 no Profissional | 250 |
O corporativo também é o único degrau com a geração nova do banco de dados da plataforma, que eleva a escala de leitura: até 100 mil itens por quadro, 500 mil itens por painel em widgets de relatório e 20 mil em widgets interativos como Gantt, linha do tempo e carga de trabalho. Vale conhecer as limitações que a própria documentação lista para essa camada: ela não suporta duplicar quadro com valores, não suporta a coluna de numeração automática e não permite mudar o tipo de uma coluna existente. São restrições reais, e é melhor descobri-las antes da migração do que depois.
Contrato e garantia: o que só o topo assina
Aqui está o item que costuma fechar a decisão em compra corporativa, e ele não é de produto.
O monday.com publica um documento de acordo de nível de serviço válido apenas para o plano corporativo: disponibilidade mínima de 99,9% do serviço principal, medida por mês-calendário, 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo feriados. Ele traz tabela de tempo de resposta por severidade — atendimento imediato e no máximo 30 minutos para indisponibilidade do serviço, no máximo 1 hora para funcionalidade principal impactada, e até 24 horas para os casos de performance e de problema com contorno disponível. E traz créditos de serviço por faixa de disponibilidade: 5% entre 98% e 99,9%, subindo até 30% abaixo de 85%, com prazo de 90 dias para o cliente pleitear.
Duas ressalvas que eu faço questão de colocar na mesa antes de alguém escrever isso num questionário de fornecedor. A primeira: o acordo exclui a API, além de complementos, aplicativos, widgets e serviços de terceiros integrados, e recursos em teste. Quem depende de integração precisa saber que a integração não está coberta. A segunda: exclui também manutenção programada avisada com três dias ou mais de antecedência e um modo de somente leitura de até 45 minutos.
E há duas condições comerciais que mudam o planejamento: o corporativo tem prazo mínimo de 12 meses, e, se a empresa usa mais de um produto do monday no mesmo pacote, todos precisam estar no corporativo.
O que não vem junto, mesmo pagando o topo
Esta seção existe porque a página comercial não a escreve, e porque prometer o que não está incluso é o jeito mais rápido de perder credibilidade com a área de segurança.
Criptografia com chave própria é complemento pago. A criptografia em nível de tenant, com chave dedicada para a conta, e a possibilidade de trazer a própria chave existem no corporativo, mas por meio de um complemento adicional — que traz também prevenção contra perda de dados e múltiplos provedores de identidade. Ou seja: é topo mais um custo, não topo.
Residência de dados não é garantia total. A plataforma opera três regiões — Estados Unidos, União Europeia e Ásia-Pacífico. Mas a documentação registra que a vinculação real à região vale para contas corporativas hospedadas na região europeia; em contas Padrão e Profissional na mesma região, os dados do cliente também podem ser processados nos Estados Unidos. E não existe região no Brasil.
Conformidade com legislação de saúde é autosserviço, mas com efeito colateral. A ativação é feita pelo próprio cliente na área de administração, aceitando o acordo específico — e a documentação avisa que, com esse regime ativo, o recurso de publicação aberta de quadro é desativado, e que rebaixar o plano encerra a cobertura.
Serviços profissionais são cobrados à parte. Os pacotes de implantação de 60 a 90 horas, o plano de sucesso com gerente dedicado e os serviços gerenciados aparecem na página corporativa com o aviso de que podem exigir custos adicionais.
Créditos de IA: muda o volume, mas o que importa é quem controla
Como a inteligência artificial passou a ser cobrada por crédito consumido, empresas maiores precisam responder perguntas que times pequenos ignoram: quem pode disparar automação que consome crédito, como acompanhar o consumo por área, e o que acontece quando o saldo acaba no meio de um processo crítico.
A plataforma tem uma área de governança de IA para isso, e vale saber exatamente o que é de todo plano e o que não é: o botão que liga e desliga a IA na conta inteira existe em todos os planos; todo o resto da aba de permissões de IA é exclusivo do corporativo. Nessa aba, cada tipo de agente — do usuário, do próprio monday, de terceiros, da organização e conectores externos — recebe permissão por papel de conta, e cada agente pode ter regra própria ou herdar a do nível acima.
| Recurso de governança de IA | O que ele resolve |
|---|---|
| Limites de uso em três níveis | Teto de crédito por conta, por recurso e por usuário, com política padrão e exceções |
| Limite marcado como rígido ou flexível | Diz se estourar bloqueia ou apenas avisa — leia antes de confiar no teto |
| Avisos em 80% e 100% | Parte dos recursos continua rodando por um período após o limite, dando tempo de recarregar |
| Diretório de agentes | Lista todos os agentes da conta com dono, status, acesso a ativos e modelo usado, e permite ativar ou desativar cada um |
| Projeção de consumo | Curva do ciclo com estimativas no ritmo atual, mais 10% e mais 20% |
O diretório de agentes é o que eu mais recomendo abrir de tempos em tempos, e por um motivo específico: ele é o único lugar onde alguém descobre agentes que outra pessoa criou e ninguém sabia que existiam. Governança de IA só vale para o que se conhece — e essa parte é conteúdo, não configuração, o que a torna assunto de treinamento de time grande antes de virar assunto de plano.
As regras de cobrança que mudam a conta antes do preço
Quatro regras que valem em qualquer degrau e que costumam explicar por que a conta não fecha com a estimativa.
| Regra | Como fica |
|---|---|
| Fluxos de trabalho ativos publicados por conta | 3 no Padrão, 20 no Profissional e 250 no Corporativo, na plataforma de trabalho. Em CRM, service e dev, são 5 no Profissional e 250 no Corporativo. Criar quantos quiser continua liberado; manter publicados, não |
| Créditos de IA consumidos por agentes | Em vigor desde 8 de junho de 2026 para os planos Profissional e inferiores. A documentação registra que o Corporativo segue isento por ora e migra depois |
| Cotas separadas | Automação e integração têm cotas próprias: no Padrão são 250 de cada, não 250 no total |
| Assento vendido em bloco | Mínimo de 3 e depois múltiplos de 5. Equipe de 4 contrata 5; equipe de 6 contrata 10 |
O limite de fluxos ativos entrou em vigor em 10 de agosto de 2026 e é por conta, não por usuário — então uma empresa com seis áreas, cada uma querendo dois ou três fluxos, encosta nos 20 do Profissional com facilidade. É, na prática, um dos gatilhos técnicos mais comuns para a conversa sobre o corporativo, e um dos poucos que não vem de segurança.
Sobre os créditos: a cota mensal é de 1.000 no Básico, 2.000 no Padrão e um mínimo de 3.000 no Profissional, com faixas superiores compráveis, e ela é dividida entre agentes, transcrição de reunião, assistente e colunas de IA. Como o consumo depende de comportamento e não de número de pessoas, é a linha do orçamento que mais surpreende quando a equipe descobre os recursos.
Dá para crescer sem subir de plano?
Dá, e por mais tempo do que a maioria imagina.
Muita empresa sobe de plano para resolver bagunça de estrutura, e descobre que a bagunça subiu junto. Se o incômodo é “ninguém acha nada” ou “cada área organiza de um jeito”, isso é arquitetura de espaço e nomenclatura — resolve-se estruturando, não pagando mais.
A camada corporativa vira necessidade quando a exigência vem de fora da área que usa. Aí não é escolha, é requisito — e requisito não se resolve com organização.
Quando não vale ir para o corporativo
Quando a exigência é de uma área só. O plano é da conta inteira. Se o requisito de auditoria vale para um time de cinco pessoas, o topo cobra todo mundo por ele.
Quando o requisito se resolve com configuração. Boa parte de questionário de fornecedor é atendida com dois fatores, permissão de quadro e política de convidado — coisas que existem antes do topo. Leia a lista item a item antes de olhar preço.
Quando ninguém vai operar a governança. Provisionamento automático, log de auditoria, restrição de IP e permissão por pessoa exigem alguém que configure e revise. Comprados sem esse dono, viram lista de recursos desligados no relatório de conformidade.
Quando o desenho ainda vai mudar. São doze meses de prazo mínimo. Se a operação vai se reorganizar nos próximos meses, é compromisso longo sobre estrutura instável.
Quando o gatilho é volume de automação. Antes de multiplicar a cota por dez, vale auditar o que está ativo. Consumo alto quase sempre é desenho ruim, e o topo só paga mais caro pelo mesmo desperdício.
Como saber se é hora, sem chutar
Três perguntas resolvem na prática.
- Alguém fora da sua área precisa aprovar o uso da ferramenta? Se sim, o assunto já é corporativo.
- Existe informação na conta que não pode ser vista por todos, dentro do mesmo quadro? Se sim, permissão por pessoa entra na conta — e ela só existe no topo.
- Sua empresa responde a auditoria, certificação ou cliente que exige conformidade? Se sim, o requisito vai chegar de qualquer forma.
Nenhum sim? Provavelmente o degrau atual ainda resolve — e vale investir em estrutura antes de investir em plano.
Perguntas frequentes
| Pergunta | Resposta curta |
|---|---|
| O que caracteriza o plano corporativo do monday.com? | Segurança, governança, auditoria, permissão por pessoa e garantia contratual — não velocidade de trabalho |
| Quem costuma puxar essa decisão? | TI, segurança da informação ou compliance. Raramente a área que usa |
| Qual item mais decide? | O log de auditoria, que no topo não tem prazo de expurgo e sai por API. Nos degraus abaixo, o histórico morre entre uma semana e um ano |
| O que muda em permissão? | Fora do topo, a permissão é por quadro e igual para todos. No topo, passa a ser por pessoa dentro do quadro, em oito categorias |
| Existe SLA? | Existe, e só nesse plano: 99,9% mensal com créditos de 5% a 30% — mas o acordo exclui a API, complementos, aplicativos e serviços de terceiros |
| Chave de criptografia própria vem incluída? | Não. Criptografia por tenant e chave do cliente exigem um complemento pago sobre o corporativo |
| Existe região de dados no Brasil? | Não. São três regiões, e a vinculação real à região vale para conta corporativa na Europa |
| Tem prazo mínimo? | Tem: 12 meses. E, num pacote com vários produtos, todos precisam estar no corporativo |
| Resolve desorganização? | Não. Desorganização se resolve estruturando, não subindo de plano |
| Muda alguma coisa na IA? | Muda o controle: toda a aba de permissões de IA é exclusiva do topo, com limites por conta, recurso e usuário |
| Dá para crescer sem subir? | Dá, e por bastante tempo — até a exigência vir de fora da área |
| A Audatia vende a licença? | Não. A licença é contratada direto com o fabricante. A Audatia atua em consultoria, treinamento e sustentação |
A exigência já chegou na sua empresa?
Se TI ou compliance já entraram na conversa, o primeiro trabalho não é olhar plano — é pegar a lista de requisitos e marcar, item a item, o que se resolve com configuração no degrau atual e o que exige mesmo o topo. Na maioria das vezes que eu faço esse exercício, a lista encolhe pela metade.
Depois disso, o que sobra vira projeto: desenhar a estrutura de espaços, permissões e nomenclatura que sustenta a exigência é o que a consultoria resolve; transformar governança de IA e regra de acesso em hábito de quem opera é treinamento; e manter tudo calibrado depois — porque permissão muda quando alguém entra ou troca de função — é sustentação.
A licença em si você contrata direto com o fabricante: se for testar antes, dá para abrir uma conta pelo nosso link de parceiro e usar o período de avaliação para rodar um processo real, em vez de assistir a uma demonstração. Conheça também o que a Audatia faz em monday.com.
Fontes
- monday.com — monday.com for Enterprise, Planos e preços e Trust Center — privacidade
- monday.com — Acordo de nível de serviço do plano Enterprise
- monday.com Support — Planos da plataforma de trabalho
- monday.com Support — Permissões de quadro no Enterprise e Permissões por coluna
- monday.com Support — Segurança e permissões da conta Enterprise
- monday.com Support — Permissões e governança de IA
- monday.com Support — mondayDB 2.0 e Limites de item por quadro
- monday.com Support — Fluxos ativos e ações e Planos e preços
- monday.com Developer — Limites da API
*Limites, permissões e condições contratuais são regra do fabricante e mudam sem aviso — confirme na fonte oficial antes de contratar, e trate como ponto a validar na sua conta o que este texto registra como divergente ou não publicado. A Audatia não revende licenças do monday.com: a contratação é feita direto com o fabricante, e a Audatia atua em consultoria, treinamento e sustentação.

