Onde atendemos: ClickUp e monday.com no Brasil

Já estivemos aí. E voltamos para atender você.

Estamos onde a sua operação estiver: em qualquer cidade do Brasil, e também fora dele. Atendemos com consultoria, treinamento e licenças de ClickUp e monday.com, em sessões ao vivo e também presencialmente. O mapa mostra onde já há operações rodando no que estruturamos.

E também fora do Brasil
USEstados UnidosCACanadáPTPortugal

Empresas de brasileiros nos Estados Unidos, no Canadá e em Portugal já operam no que estruturamos. Elas nos procuraram para trabalhar em português, com quem entende a cultura de gestão daqui, e o formato remoto fez o resto.

O mapa

De Manaus a Porto Alegre, há empresas operando no que estruturamos.

Cada quadrado azul é um estado onde já implantamos, treinamos ou licenciamos, e onde há gente usando a ferramenta todo dia. Os demais são os próximos: estamos prontos para chegar. Clique no estado para ver os segmentos que atendemos ali, como a economia local pede gestão e como podemos voltar.

A Audatia atende empresas em todo o Brasil e empresas brasileiras no exterior, com consultoria, treinamento e sustentação de ClickUp e monday.com e com a revenda oficial de licenças ClickUp em Real e com nota fiscal brasileira. Já atendemos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Goiás, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Bahia, além de Estados Unidos, Canadá e Portugal.

O atendimento acontece em sessões ao vivo com a sua equipe e também presencialmente, em qualquer cidade. Quem entende o seu cenário é quem executa o projeto, e o domínio da ferramenta fica na sua casa.

Por região

Escolha a sua região e veja o que já fizemos por lá.

Cada página traz os segmentos que atendemos, as cidades, a leitura da economia local e como ClickUp e monday.com resolvem os problemas típicos de quem opera ali.

Como atendemos em qualquer lugar

A distância a gente resolve com método. E com presença, sempre que você quiser.

Sessões ao vivo, com a sua equipe

Configuramos, integramos e treinamos em encontros ao vivo, com os processos reais da sua empresa na tela. A rotina nasce dentro da ferramenta, junto com o time.

Um ponto focal do seu lado

Você indica quem conhece a operação e tem poder de validar. O restante da participação se ajusta ao tempo que o seu time tem: conduzimos, delegamos ou assumimos.

Presencial em qualquer cidade

Levantamento de processos no chão de fábrica, treinamento de turmas grandes, virada de sistema: vamos até você, em qualquer estado do Brasil e também fora dele.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar sobre atender de longe.

Vocês atendem presencialmente em qualquer cidade?

Sim. Vamos até você em qualquer estado do Brasil, e já fizemos isso em empresas do interior e de outras capitais. As etapas que mais rendem no local costumam ser o levantamento de processos, o treinamento de turmas grandes e a virada de sistema; o restante acontece em sessões ao vivo, com a sua equipe na tela. Combinamos o formato ideal na primeira conversa.

Minha cidade ainda está fora do mapa. Vocês atendem?

Atendemos, com prazer. O mapa mostra onde já há operações rodando no que estruturamos, e ele cresce a cada projeto. Empresas do Norte e do Nordeste, por exemplo, foram atendidas em sessões ao vivo, com o mesmo método e o mesmo time que atende São Paulo.

Atendem empresas brasileiras fora do Brasil?

Sim. Já atendemos empresas de brasileiros nos Estados Unidos, no Canadá e em Portugal, em português e no mesmo formato de sessões ao vivo. Para quem opera lá fora, ter um parceiro que entende a cultura de gestão daqui faz diferença na adoção.

A nota fiscal de vocês serve para a minha empresa em outro estado?

Serve. Somos uma empresa brasileira e emitimos nota fiscal de serviço para clientes em qualquer estado. No caso das licenças ClickUp, a cobrança é em Real, com nota fiscal brasileira, o que simplifica a vida do financeiro em qualquer lugar do país.

Trabalham com ClickUp e com monday.com?

Sim, com os dois. No ClickUp somos revenda oficial no Brasil e cuidamos de licença, implantação, treinamento e sustentação. No monday.com fazemos a implantação, o treinamento, as integrações e a sustentação, e ajudamos você a começar pelo teste gratuito da plataforma.

O próximo passo

Conte em que cidade a sua operação está.

Onde quer que seja, vamos até lá, na tela ou pessoalmente. Em trinta minutos entendemos o seu cenário e dizemos por onde começar. Você sai da conversa sabendo o que precisa estar de pé antes do próximo passo.

  • Uma conversa, com quem vai tocar o projeto
  • Sessões ao vivo e presença em qualquer cidade
  • Em português, no seu fuso e no seu ritmo
  • Você sai sabendo o próximo passo, mesmo que ainda não feche nada

Como o ClickUp cobra: o modelo por trás da tabela

Os preços do ClickUp seguem um modelo de assinatura por usuário e por mês, distribuído em quatro planos — Free Forever, Unlimited, Business e Enterprise —, com a opção de pagar em ciclo anual ou mensal. O valor da tabela é sempre unitário: o custo real da empresa é esse número multiplicado pela quantidade de pessoas com assento pago, e é essa multiplicação, não o preço do plano, que costuma surpreender.

Existe uma regra estrutural que muda completamente o cálculo e raramente aparece nas comparações: o plano se aplica ao Workspace inteiro. Não é possível manter uma área no plano mais completo e outra no plano básico dentro do mesmo ambiente — ao subir de plano, todos os membros sobem junto. Isso significa que uma necessidade pontual de uma única equipe se propaga como custo para toda a base de usuários.

A consequência prática é direta: escolher o plano e dimensionar a quantidade de assentos são uma decisão só, nunca duas. Empresa que define o plano olhando a lista de recursos e só depois soma as pessoas quase sempre chega a um valor diferente do que tinha em mente — e a diferença tende a aparecer justamente no momento em que a compra já foi aprovada internamente.

O que faz a conta subir ou descer

Duas variáveis explicam quase toda a diferença entre o preço que a empresa imaginou e o que ela efetivamente paga. Nenhuma das duas está na coluna de preço.

Quem conta como usuário pago

A primeira variável é quem realmente precisa de assento. Nos planos pagos, cada membro do Workspace ocupa uma licença, e é comum uma empresa licenciar o quadro inteiro por padrão quando apenas parte dele vai operar dentro da plataforma nos primeiros meses. Assento ocioso custa igual a assento em uso.

Existe a figura do convidado, pensada para quem participa de forma limitada — clientes, fornecedores, parceiros externos. No plano gratuito o número de membros e convidados é ilimitado; nos planos pagos, os assentos de convidado vêm em quantidade que varia conforme o plano, e o acesso é restrito ao que for compartilhado. Usar convidado onde faz sentido evita transformar um envolvimento pontual em licença cheia.

Há ainda quem interage com o processo sem precisar entrar na plataforma. Solicitações vindas de outras áreas podem ser capturadas por formulário, criando a tarefa já estruturada sem consumir assento de quem apenas pede. Mapear esses três perfis — quem opera, quem participa e quem só solicita — costuma reduzir a conta mais do que qualquer negociação de plano.

Ciclo anual ou mensal

A segunda variável é o ciclo de cobrança. O ClickUp pratica valores menores no compromisso anual e valores maiores na assinatura mensal, e a diferença entre os dois é significativa o bastante para mudar a viabilidade de um plano superior.

O ciclo mensal tem uma função legítima: dar flexibilidade enquanto a empresa ainda valida se a plataforma resolve o problema e quantas pessoas de fato vão usar. Pagar mais por alguns meses em troca de não travar uma decisão errada costuma ser um bom negócio — desde que exista uma data para revisar isso, e não uma renovação mensal que se estende por anos por inércia.

Já o ciclo anual só compensa quando o dimensionamento está maduro. Fechar um ano com assentos em excesso significa carregar o excedente até a renovação seguinte. É por isso que a ordem correta é estabilizar o uso, medir quantas pessoas realmente operam na ferramenta e só então migrar para o compromisso mais longo — e não o contrário.

Como escolher o plano sem pagar pelo que não vai usar

A pergunta útil não é qual plano tem mais recursos, e sim qual recurso a operação vai efetivamente acionar nos próximos meses. Recurso disponível e não utilizado tem o mesmo custo de recurso essencial.

O que costuma justificar subir de plano

Existem necessidades que realmente empurram uma empresa para uma camada superior — e todas elas nascem de uma dificuldade concreta, não da leitura de uma tabela comparativa.

  • Governança de acesso — quando é preciso controlar com precisão quem vê e edita o quê, especialmente com áreas sensíveis ou participação de externos no mesmo ambiente.
  • Volume de automação — quando a operação depende de muitas rotinas automáticas rodando de forma contínua, e o limite do plano atual passa a ser atingido no meio do mês.
  • Leitura consolidada da operação — quando a liderança precisa cruzar áreas e projetos em painéis únicos, em vez de acompanhar cada frente separadamente.
  • Exigências corporativas — requisitos de segurança, auditoria, integração com diretório de identidade ou acordos de nível de serviço, que costumam ser condição de compra em empresas maiores.

O teste é simples: se a necessidade puder ser descrita como um problema que a equipe já enfrenta hoje, o upgrade se paga. Se só puder ser descrita como um recurso que existe, provavelmente não.

O que raramente justifica

Do outro lado, há motivos frequentes para subir de plano que quase nunca se sustentam depois de alguns meses de uso real.

  • Contratar o topo por precaução — a hipótese de precisar de tudo um dia é a forma mais cara de tomar uma decisão que pode ser revisada na renovação.
  • Comparar tabelas em vez de necessidades — a coluna com mais itens marcados vence toda comparação visual, e isso diz pouco sobre a operação de quem está comprando.
  • Resolver desorganização com plano superior — quando o problema é estrutura mal configurada, nenhum recurso adicional corrige; a conta sobe e o sintoma permanece.

Esse último ponto é o mais comum de todos. Boa parte das empresas que consideram trocar de plano por insatisfação está, na verdade, diante de uma configuração que não reflete a operação — e a mesma equipe volta a funcionar no plano atual depois que a estrutura é reorganizada.

Preços do ClickUp no Brasil: o que a tabela em dólar não mostra

Os valores publicados pela fabricante são em dólar, e para uma empresa brasileira esse não é o custo final. A compra direta acontece em cartão internacional, o que acrescenta imposto sobre operação financeira e o spread da conversão, e faz o valor lançado mudar a cada ciclo conforme o câmbio. Um plano que parecia previsível na planilha passa a ter um custo diferente todo mês, sem que nada tenha sido alterado na contratação.

Há também o efeito administrativo, que costuma pesar mais do que a diferença de valor: sem nota fiscal brasileira, a despesa não entra corretamente na contabilidade e vira pendência recorrente no fechamento. É por isso que comparar a tabela em dólar com uma proposta nacionalizada linha a linha não funciona — são bases diferentes, e a segunda já embute os tributos e a conversão que a empresa pagaria de qualquer forma, agora de maneira previsível. Como parceira oficial, a Audatia faz essa contratação em Real, com nota fiscal brasileira, e dimensiona plano e quantidade de licenças antes da compra, para que a conta reflita o uso real da operação.