Os valores oficiais por usuário, o que muda entre os planos, o custo da IA — que é cobrado à parte — e o plano que sumiu da vitrine mas continua contratável.
Valores oficiais da fabricante, em dólar. O preço anual é cobrado de uma vez pelos 12 meses; o mensal é mais caro por usuário.
Para times pequenos que já dependem da ferramenta
No anual. Mensal: US$ 10/usuário
Para operações com processo e automação de verdade
No anual. Mensal: US$ 19/usuário
Para quem passou do Business sem precisar do Enterprise
Preço definido caso a caso pela fabricante
Para empresas com exigência de governança
Preço definido caso a caso pela fabricante
Preços por usuário/mês publicados pela fabricante e conferidos em 1º de setembro de 2026. A tabela é da ClickUp e pode mudar sem aviso — na dúvida, confirme conosco antes de fechar.
A Audatia é revenda oficial no Brasil: você contrata em Reais, sem cartão internacional, sem IOF e sem a variação do câmbio caindo na conta a cada ciclo.
A partir de 10 licenças Pagamento via PIX em Reais Nota fiscal brasileira
São as duas perguntas que mais aparecem depois que alguém olha a página de preços — e que a própria tabela não responde.
Os recursos de inteligência artificial não estão inclusos no preço do plano: são add-ons contratados por usuário, somando ao valor da licença.
Antes de contratar, vale checar quem no time realmente vai usar IA — raramente é a equipe inteira, e é aí que a conta engorda sem necessidade.
R$ Quero cotação em ReaisEle deixou de aparecer na página pública de preços, o que fez muita gente concluir que foi descontinuado. Não foi: o plano continua documentado e contratável pelo fluxo de upgrade dentro do Workspace.
Fica entre o Business e o Enterprise, com papel personalizado, atendimento prioritário e limites maiores de automação e de API. Se o Business ficou apertado mas o Enterprise é grande demais, é ele que costuma resolver.
R$ Quero cotação em ReaisPagamento em Reais por PIX, com nota fiscal brasileira — o documento que o seu financeiro consegue lançar sem improviso. Sem cartão internacional e sem IOF.
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Um parceiro local que conhece a ferramenta e faz a ponte com a fabricante — não um ticket de suporte em inglês.
Não são depoimentos anônimos: são projetos publicados, com nome e bastidores.
Responsável pelas vozes brasileiras de produções icônicas, a iYuno levou a operação para dentro do ClickUp com a Audatia.
Ler o caso Caso real · iFoodParceria com o iFood na adoção do ClickUp — do diagnóstico inicial ao treinamento presencial de novas áreas.
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Os preços do ClickUp seguem um modelo de assinatura por usuário e por mês, distribuído em quatro planos — Free Forever, Unlimited, Business e Enterprise —, com a opção de pagar em ciclo anual ou mensal. O valor da tabela é sempre unitário: o custo real da empresa é esse número multiplicado pela quantidade de pessoas com assento pago, e é essa multiplicação, não o preço do plano, que costuma surpreender.
Existe uma regra estrutural que muda completamente o cálculo e raramente aparece nas comparações: o plano se aplica ao Workspace inteiro. Não é possível manter uma área no plano mais completo e outra no plano básico dentro do mesmo ambiente — ao subir de plano, todos os membros sobem junto. Isso significa que uma necessidade pontual de uma única equipe se propaga como custo para toda a base de usuários.
A consequência prática é direta: escolher o plano e dimensionar a quantidade de assentos são uma decisão só, nunca duas. Empresa que define o plano olhando a lista de recursos e só depois soma as pessoas quase sempre chega a um valor diferente do que tinha em mente — e a diferença tende a aparecer justamente no momento em que a compra já foi aprovada internamente.
Duas variáveis explicam quase toda a diferença entre o preço que a empresa imaginou e o que ela efetivamente paga. Nenhuma das duas está na coluna de preço.
A primeira variável é quem realmente precisa de assento. Nos planos pagos, cada membro do Workspace ocupa uma licença, e é comum uma empresa licenciar o quadro inteiro por padrão quando apenas parte dele vai operar dentro da plataforma nos primeiros meses. Assento ocioso custa igual a assento em uso.
Existe a figura do convidado, pensada para quem participa de forma limitada — clientes, fornecedores, parceiros externos. No plano gratuito o número de membros e convidados é ilimitado; nos planos pagos, os assentos de convidado vêm em quantidade que varia conforme o plano, e o acesso é restrito ao que for compartilhado. Usar convidado onde faz sentido evita transformar um envolvimento pontual em licença cheia.
Há ainda quem interage com o processo sem precisar entrar na plataforma. Solicitações vindas de outras áreas podem ser capturadas por formulário, criando a tarefa já estruturada sem consumir assento de quem apenas pede. Mapear esses três perfis — quem opera, quem participa e quem só solicita — costuma reduzir a conta mais do que qualquer negociação de plano.
A segunda variável é o ciclo de cobrança. O ClickUp pratica valores menores no compromisso anual e valores maiores na assinatura mensal, e a diferença entre os dois é significativa o bastante para mudar a viabilidade de um plano superior.
O ciclo mensal tem uma função legítima: dar flexibilidade enquanto a empresa ainda valida se a plataforma resolve o problema e quantas pessoas de fato vão usar. Pagar mais por alguns meses em troca de não travar uma decisão errada costuma ser um bom negócio — desde que exista uma data para revisar isso, e não uma renovação mensal que se estende por anos por inércia.
Já o ciclo anual só compensa quando o dimensionamento está maduro. Fechar um ano com assentos em excesso significa carregar o excedente até a renovação seguinte. É por isso que a ordem correta é estabilizar o uso, medir quantas pessoas realmente operam na ferramenta e só então migrar para o compromisso mais longo — e não o contrário.
A pergunta útil não é qual plano tem mais recursos, e sim qual recurso a operação vai efetivamente acionar nos próximos meses. Recurso disponível e não utilizado tem o mesmo custo de recurso essencial.
Existem necessidades que realmente empurram uma empresa para uma camada superior — e todas elas nascem de uma dificuldade concreta, não da leitura de uma tabela comparativa.
O teste é simples: se a necessidade puder ser descrita como um problema que a equipe já enfrenta hoje, o upgrade se paga. Se só puder ser descrita como um recurso que existe, provavelmente não.
Do outro lado, há motivos frequentes para subir de plano que quase nunca se sustentam depois de alguns meses de uso real.
Esse último ponto é o mais comum de todos. Boa parte das empresas que consideram trocar de plano por insatisfação está, na verdade, diante de uma configuração que não reflete a operação — e a mesma equipe volta a funcionar no plano atual depois que a estrutura é reorganizada.
Os valores publicados pela fabricante são em dólar, e para uma empresa brasileira esse não é o custo final. A compra direta acontece em cartão internacional, o que acrescenta imposto sobre operação financeira e o spread da conversão, e faz o valor lançado mudar a cada ciclo conforme o câmbio. Um plano que parecia previsível na planilha passa a ter um custo diferente todo mês, sem que nada tenha sido alterado na contratação.
Há também o efeito administrativo, que costuma pesar mais do que a diferença de valor: sem nota fiscal brasileira, a despesa não entra corretamente na contabilidade e vira pendência recorrente no fechamento. É por isso que comparar a tabela em dólar com uma proposta nacionalizada linha a linha não funciona — são bases diferentes, e a segunda já embute os tributos e a conversão que a empresa pagaria de qualquer forma, agora de maneira previsível. Como parceira oficial, a Audatia faz essa contratação em Real, com nota fiscal brasileira, e dimensiona plano e quantidade de licenças antes da compra, para que a conta reflita o uso real da operação.